[Bienal SP 2014] Prevenção contra lambança

15 de agosto de 2014 - sexta-feira - 22:56h   ¤   Categoria(s): Coisas de leitor, Eventos

Prevenção contra lambança

Aah, que delícia saber que todo mundo já está preparado pra Bienal SP!! ^__^ ~♥ Falta exatamente 1 semana!!! \o/

Bom… como eu moro em São Paulo, não preciso fazer muito planejamento. Pra mim, tem a opção de metrô + ônibus gratuito ou um ônibus que vai direto da minha casa até quase na porta do Anhembi.

Meu desespero mesmo é com relação ao meu comportamento lá na Bienal! >_< Já estou há muitos meses ansiosa, preocupada com a possibilidade de fazer lambança e acabar comprando trocentos livros.

Então, montei uma listinha de coisas que eu posso fazer para livrar-me do mal-amém, quase um Guia de Bons Modos, hahaha! Não quero passar de novo por aquele perrengue psicológico torturante que foi o período pós-Bienal 2012.

Vamos lá, ver a lista de mentiras que vou contar pra mim mesma? XD

» Desconto maior que 50%
Sinceramente, a Bienal não é um dos melhores lugares para se encontrar livros a preço baixo. Em São Paulo, lá pro fim de novembro~começo de dezembro, tem a Festa do Livro da USP, onde os descontos são obrigatoriamente a partir de 50%. Na Bienal, há algumas editoras que realmente fazem umas promoções ótimas, com livros a 8 ou 10 reais. Uma delas costuma colocar os preços a 50% no último domingo. Já outras editoras são bem muquiranas nos descontos, e são justamente as que não merecem meu dinheiro. Rsrs. Não vou citar nomes, mas tem uma, conhecida pelo slogan “Pobres leitores” (hehehe), que em Bienais anteriores achou que estava arrasando com desconto de míseros 20%. ¬¬
Probabilidade de cumprir: alta

» Comprar livros de menos de 300 páginas
Sabe aquela roubalheira descarada que eu faço pra diminuir mais rápido a fila de livros? Pois é… vai valer para a “formação” da fila também. Em 2012, eu comprei muito livro gordo, e não os li até hoje porque dei preferência, voilà, justamente aos mais finos.
Probabilidade de cumprir: xiiii…

» 1 livro por editora
Regrinha difícil de cumprir, essa, né? Mas se eu tiver isso em mente, com certeza ajudará a frear o efeito polvo, quando meus 8 tentáculos quiserem sair pegando tudo que é livro nas prateleiras. A regra valerá principalmente para aquelas editoras lindas, maravilhosas, que têm aqueles livros que você quer muuuuuuito, mas que estão com desconto de… 30%.
Probabilidade de cumprir: Ahan. ¬¬

» Usar uma mochila pequena
Em 2012, eu tive o dom de ir com uma mochila de viagem, aquelas estilo mochilão, sabe? Elas são projetadas especialmente para distribuir melhor o peso que uma pessoa vai carregar, de forma que não machuque o seu corpo. Oooou seja, eu consegui comprar e carregar muuuuito mais livros do que se tivesse ido com uma mochila comum. Mais especificamente, uns 17 livros.
Pra 2014, eu já decidi: vou uma mochila normal, onde cabem uns 8 livros, no máximo. =D
Probabilidade de cumprir: total

» Sacolinhas que machucam as mãos
Em 2010, eu estava me desvirginando de Bienal do Livro. Éééé, acreditem, eu nunca tinha ido em uma. Aí a pessoa é cabaça, não sabe de nada e foi só com a bolsa. E comprou vários livros, pesados, que foram carregados nas sacolas plásticas ou de papel dadas pelas editoras. Isso machucou as mãos que foi uma beleza!! Mas sabe que é uma boa técnica pra você não comprar demais? Estou pensando se adoto isso ou não, rsrs.
Probabilidade de cumprir: vou pensar com carinho

» Ficar presa em fila de autógrafos
Geeente, tem que ter muita coragem pra madrugar e ficar 900 horas em fila de autógrafo, hein! Eu é que não tenho mais saúde pra isso, não, haha! Mas recomendo! Quanto menos tempo você circular no pavilhão, menor a chance de cair em tentação. Até rimou, ó!
Probabilidade de cumprir: quase zero, mas vá saber…

 
E estou aceitando mais dicas!!

[resenha] Seis Anos Depois

12 de agosto de 2014 - terça-feira - 10:59h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Policial, Resenhas, Suspense / Ação

Seis Anos DepoisTítulo: Seis Anos Depois
Título original: Six Years
Autor: Harlan Coben
País: EUA
Ano: 2013
Editora: Arqueiro
Páginas: 267
Sinopse: Jake Fisher e Natalie Avery se conheceram no verão. Eles estavam em retiros diferentes, porém próximos um do outro. O dele era para escritores; o dela, para artistas. Eles se apaixonaram e, juntos, viveram os melhores meses de suas vidas. E foi por isso que Jake não entendeu quando Natalie decidiu romper com ele e se casar com Todd, um ex-namorado. No dia do casamento, ela pediu a Jake que os deixasse em paz e nunca mais voltasse a procurá-la. Jake tentou esconder seu coração partido dedicando-se integralmente à carreira de professor universitário e assim manteve sua promessa… durante seis anos. Ao ver o obituário de Todd, Jake não resiste e resolve se reaproximar de Natalie. No enterro, em vez de sua amada, encontra uma viúva diferente e logo descobre que o casamento de Natalie e Todd não passou de uma farsa. Agora ele está decidido a ir atrás dela, esteja onde estiver, mas não imagina os perigos que envolvem procurar uma pessoa que não quer ser encontrada.
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– Natalie? Não. O nome da viúva é Delia. Ela e o dr. Todd Sanderson começaram a namorar ainda na época da escola. Cresceram aqui perto dessa rua. Estavam casados havia séculos.
Eu apenas a encarava.
– Jake?
– O quê?
– Tem certeza de que está no enterro certo?

Avaliação:
Jake Fisher é escritor. Natalie Avery é artista. Cada um deles está em um retiro próprio para profissionais de sua área, porém estes dois retiros são vizinhos. É dessa forma que eles acabam se conhecendo, se apaixonando e vivendo os melhores 3 meses de suas vidas. Entretanto, do nada, Natalie resolve se casar com um ex-namorado, Todd, e acaba rompendo com Jake. Tendo convidado Jake para o casamento para ter a certeza de que ele visse o fato com seus próprios olhos, Natalie pede, nesse dia, que ele nunca os procure.
Mesmo magoado, Jake toca sua vida pra frente e consegue cumprir a promessa feita a Natalie. Até que, um dia, fica sabendo que o marido dela havia falecido. Desnorteado pelo fato e com uma pequena chama de esperança, Jake vai ao enterro de Todd. Lá, não consegue encontrar Natalie. Pelo contrário: a viúva é uma mulher totalmente diferente, que, segundo fica sabendo, foi casada com falecido por 20 anos. Confuso com esse fato, Jake resolve visitar a cidade onde ficava o retiro que frequentou seis anos antes. Lá, ele é informado de que o retiro nunca existiu. A dona da cafeteria que ele e Natalie frequentavam diz não se lembrar deles. Entretanto, foi justamente ela que lhe apresentou Natalie. No livro de registro de casamentos da capela não consta o casamento de Natalie e Todd.
Esses fatos estranhos são apenas o começo da busca desesperada de Jake pela mulher que ainda ama.

Aaaah, Harlan Coben… Já fazia algum tempo que eu não lia um livro dele. E foi durante a leitura que eu percebi o quanto eu estava com saudades do seu estilo de história, do seu texto que simplesmente acorrenta o leitor.
Vocês já devem ter visto nas contracapas ou nas orelhas dos livros que Coben é conhecido na França como Mestre das Noites em Claro. No meu caso, confesso que isso é mentira, porque eu tenho o dom de dormir em qualquer lugar, mesmo se estiver lendo o mais interessante dos livros. No entanto, para mim, o autor deveria ser chamado de Mestre das Páginas Voando, ou Mestre do Não Quero Ir fazer Xixi Agora, ou Mestre do Deixa a Fome pra Lá, ou Mestre do Esse Ônibus Poderia Demorar Mais um Pouco pra Chegar.
Dizer que a leitura voa não é exagero. Você quer devorar sempre mais e mais. É tanto mistério, tanta coisa esquisita sem explicação, que você simplesmente necessita prosseguir virando as páginas para saber que diabo está acontecendo. A estrutura da história é brilhante, a forma como o autor vai esclarecendo algumas dúvidas ao mesmo tempo em que joga outras novas no colo do leitor é de enlouquecer. E as pontas soltas são devidamente amarradas, sem atropelo, mesmo em tão poucas páginas. Mas, afinal, trata-se de Harlan Coben e não se poderia esperar menos do que um serviço bem feito.

Um único ponto que vale comentar é que o texto é muito mais focado nos mistérios e pouco voltado para os personagens. Quem leu alguns livros da série Myron Bolitar sabe do que estou falando. Eu me sinto praticamente a melhor amiga do Myron e do Win, de tão bem que os conheço. Mas não senti proximidade com Jake e Natalie em Seis anos depois. Isso não tira, de jeito nenhum, todos os méritos do livro, e essa característica talvez seja bastante adequada para um livro independente, que não pertence a série nenhuma.

Há ocasiões em que você está a fim de ler um livro policial mais lento. Quer degustar o suspense, deixar o cérebro trabalhar com tranquilidade. Mas quando você quiser algo rápido, que te plante a curiosidade, mas que explique os fatos estranhos de forma clara e eficiente, é Harlan Coben que você deve ler. Definitivamente.
Seis Anos Depois

Leia um trecho: aqui

[resenha] Laranja Mecânica

13 de julho de 2014 - domingo - 19:30h   ¤   Categoria(s): Ficção Científica, Literatura estrangeira, Resenhas

Laranja MecânicaTítulo: Laranja Mecânica
Título original: A clockwork orange
Autor: Anthony Burgess
País: Inglaterra
Ano: 1962
Editora: Aleph
Páginas: 199
Sinopse: Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma resposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex – soberbamente engendrada pelo autor – empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de “1984″, de George Orwell, e “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, “Laranja Mecânica” é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.
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O vekio começou a fazer uma espécie de shons abafados – uuf uaf uof – então Georgie soltou os gubers dele e simplesmente deixou que ele levasse uma na rot sem dentes com seu punho cheio de anéis. Isso fez o vekio gemer muito na hora, e foi aí que brotou o sangue, meus irmãos, muito lindo.

Avaliação:
Já fazia muito, muuuuito, tempo que eu queria ler esse livro, mas a minha super fila de livros não lidos sempre vinha atrapalhando. Hoje eu posso me considerar uma leitora mais completa, já que eu fechei o trio 1984, Admirável Mundo Novo e Laranja Mecânica.

A história se passa em um futuro próximo e é contada por Alex, um adolescente que, juntamente com outros 3 amigos, tem o costume de roubar e agredir pessoas nas ruas ou em suas casas por simples diversão. A ultraviolência, comum nessa sociedade, gera uma contrapartida por parte do governo que, por meio da tecnologia e da manipulação psicológica, consegue suprimir qualquer traço desse tipo de comportamento. O tópico abordado passa a se tornar, então, o livre arbítrio. O direito de escolha do ser humano e os limites da interferência das autoridades são questionados pelo protagonista Alex.

Além do tema central em si, outro aspecto muito citado quando se fala do livro Laranja Mecânica é a presença da gíria nadsat, palavra que significa “adolescente”. A intenção do autor, ao inventar essas gírias e utilizá-las no texto, era causar estranheza ao leitor e fazer com que ele se sentisse deslocado, da mesma forma que um adulto de 30~40 anos se sentiria ao presenciar a conversa de um grupo adolescente. Um glossário foi criado para a edição americana, o que não existia na edição original, inglesa. Eu preferi ler o livro sem consultar esse glossário, seguindo, justamente, a proposta do autor, e é o que eu recomendaria a todos. Não há tanta dificuldade assim em deduzir o significado das palavras, já que o próprio contexto e as ocorrências repetidas ajudam bastante. Veja a citação acima, em cinza, para ter uma ideia de como as gírias aparecem no texto.

Uma das coisas comuns ao se discutir histórias de ficção científica ou, em específico, distopias antigas é avaliar o quanto o tema principal ainda é atual ou acabou se tornando realidade. Ao pesquisar um pouco sobre esse livro, li por aí, na internet, que Laranja Mecânica chocou um pouco os leitores na época em que foi publicado. Entretanto, o que me chocou mesmo foi o fato de eu, leitora no ano de 2014, não ter ficado tão chocada assim com a ultraviolência narrada no livro. O que está acontecendo com a nossa sociedade, que acharia perfeitamente “comum” um grupo de 4 adolescentes espancar e roubar um professor no meio da rua, à noite?

Eu não me recordo se já escrevi isso em alguma outra resenha, mas as minhas histórias de ficção científica preferidas são aquelas que expõem questões mais filosóficas ou comportamentais, e não apenas a tecnologia futurística pura. Admirável Mundo Novo, Eu, Robô e o filme Inteligência Artificial (A.I.) são bons exemplos. É provavelmente por esse motivo que Laranja Mecânica, sendo um livro de tão poucas páginas, ganhou importância de tamanha proporção.

Leiam. Simplesmente leiam.
Laranja Mecânica

[resenha] Os Três

6 de julho de 2014 - domingo - 14:11h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Mistério, Resenhas, Terror / Sobrenatural

Os TrêsTítulo: Os Três
Título original: The three
Autor: Sarah Lotz
País: EUA
Ano: 2014
Editora: Arqueiro
Páginas: 393
Sinopse: Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo. Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação. A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular:
Eles estão aqui.
O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas… Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele…

Essa mensagem irá mudar completamente o mundo.
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Ele parecia olhar direto através de mim. Depois… escute, Elspeth, isso vai parecer muito sinistro, mas eles começaram a marejar, como se ele fosse cair no choro, só que… meu Deus… isso é difícil… eles não estavam se enchendo de lágrimas e, sim, de sangue.
Eu devo ter gritado [...]
– O que há de errado com os olhos dele? – questionei.
Pankowski me fitou como se estivesse acabado de brotar uma cabeça extra no meu pescoço.
Voltei a encarar Bobby, mas seus olhos estavam límpidos, de um azul vívido, sem nenhum traço de sangue. Nenhuma gota.

Avaliação:
Uma das coisas mais interessantes do livro é a estrutura dele. Eu nunca havia visto algo do tipo antes. Trata-se de um “livro dentro do livro”. Você começa a ler normalmente e, de repente, na página 13, dá de cara com a folha de rosto de um outro livro, chamado Quinta-feira Negra – Da Queda à Conspiração – Por dentro do fenômeno dos Três, escrito por uma autora chamada Elspeth Martins.

Esse “livro” consiste em relatos recolhidos de diversas fontes. São conversas via telefone, Skype ou e-mail, trechos de livros não publicados, registros salvos de conversas via instant messenger, gravações em áudio, tudo relacionado a alguém que teve contato com uma das três crianças ou com um evento relacionado a elas.
Através desses relatos, a autora vai apresentando para o leitor um cenário obscuro, que tenta mostrar o que é este fenômeno dos Três. É como se fosse um quebra-cabeça, mas cujas peças já montadas exibissem apenas o pano de fundo, sem deixar claro o que é a imagem principal.

Uma das coisas que me arrebatou logo desde o começo foi a forma como o texto me capturou. Já falei em outras resenhas sobre autores que não conseguem trazer o leitor para perto, não conseguem fazê-lo se envolver com a história ou com o personagem. Em Os Três, acontece o contrário. Nas 30 primeiras páginas e com 3 personagens diferentes, a autora conseguiu me emocionar com o drama de cada um deles, em situações completamente diferentes. Eu me senti covardemente presa ao livro, e o clichê “impossível parar de ler” aconteceu comigo. Queria ir fazer xixi, mas não conseguia largar a leitura. Estava com fome, mas não conseguia fazer as páginas pararem de virar. Quem me conhece sabe que eu me distraio muito fácil e não consigo parar quieta, mesmo quando um livro é bom.

Gostei muito também da capa, simples, elegante e totalmente sinistra. O rosto de cada uma das crianças nos três riscos vermelhos é de arrepiar, isso sem falar do recorte lateral em preto, que deixou o livro com uma cara ainda mais aflitiva. Esses elementos fazem de Os Três algo para se ter, e não apenas ler.

É… vou lá no Google descobrir se a autora tem mais livros escritos, rs.
Os Três

Leia um trecho: aqui

[comprei] Da Terra à Lua – Jules Verne

15 de junho de 2014 - domingo - 14:37h   ¤   Categoria(s): Comprei, Ficção Científica, Literatura estrangeira

Então, eu comprei um livro.

Depois de um longo jejum de 172 dias – CENTO E SETENTA E DOIS DIAS!! –, eu comprei um livro. A última vez que eu tinha comprado foi em 23 de dezembro de 2013. Láááá no ano passado, sabe? =D

Esse post é a estreia da seção “Comprei” do blog. Eu nunca fui de fazer posts de caixinha de correio ou de novas aquisições porque, sacumé, teria que atualizar o blog com uma frequência da qual eu não daria conta, hahaha!
Mas, de uns tempos pra cá, tudo mudou! Sou uma pessoa diferente!! Dominei o que me dominava, aprendi a ser dona de mim! [efeito sonoro: Ooooohhh!!! Clap, clap, clap!]

Como as compras serão (ou pelo menos deverão ser) mais raras, eu achei que seria uma boa criar essa seção “Comprei”. Só que o objetivo não é apenas mostrar o livro comprado. Eu deverei, também, justificar a compra e seguir a regra definida no começo do ano, que é começar a ler imediatamente. Nada de “enfilar” e deixar pra depois.

Chega de enrolação?
Vamos lá.

livro: Da Terra à Lua – De la Terre à la Lune
autor: Jules Verne
data de compra: 14 de junho de 2014
justificativas: 1. É bilíngue (português-francês), e eu estou atualmente tentando melhorar meu francês. 2. Estava com promoção de 50% de desconto. Paguei R$ 17,50 por ele. 3. Como dito acima, eu estava há 172 dias sem comprar livros.

Da Terra à Lua Da Terra à Lua
Méliès!! ♥ (algumas das inspirações para o filme Le voyage dans la Lune foram este livro e Ao redor da Lua, também de Jules Verne)
Da Terra à Lua
Uma página em francês, a outra em português
Da Terra à Lua Da Terra à Lua
Ilustrações originais da primeira edição
Da Terra à Lua

Confesso que eu não gostei da capa, mas o projeto gráfico é lindão! A capa dura e as ilustrações fazem dele um livro não só para se ler, mas também para se ter.

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