Categoria: ‘Literatura nacional’

[resenha] Vida Organizada

14 de outubro de 2016 - sexta-feira - 16:55h   ¤   Categoria(s): Autoajuda, Literatura nacional, Resenhas

Vida OrganizadaTítulo: Vida Organizada
Autor: Thais Godinho
País: Brasil
Edição original: 2014
Editora: Gente
Páginas: 222
Compre: compare preços
Avaliação:

Ser organizado é um hábito e, como todos os hábitos, é preciso começar aos poucos, sem expectativas muito altas, e ir desenvolvendo devagar, até finalmente alcançar aquilo que consideramos o ideal, ou ao menos chegar o mais próximo disso.

Não me considero uma pessoa desorganizada nem muito bagunceira. Mas procrastino, bem mais do que eu gostaria. Neste ano, eu já li bastante coisa relacionada a produtividade e foco, e ultimamente ando lendo coisas sobre organização, porque, well, ela ajuda você a ser mais produtivo. As coisas mais recentes que li foram sobre GTD (apenas alguns sites), bullet journal e o livrinho verde da Marie Kondo. E agora terminei de ler Vida organizada, da Thais Godinho.

Este livro aborda a organização em vários aspectos, referentes tanto a objetos quanto ao dia a dia, seja em casa, no trabalho ou na vida. Talvez seja interessante listar os capítulos do livro e seus títulos para se ter uma ideia do conteúdo e ver se o livro te atenderia.
- Introdução
- Capítulo 1: Por onde começar quando tudo está um caos?
- Capítulo 2: Como alcançar nossos objetivos?
- Capítulo 3: Pausa para começar a destralhar!
- Capítulo 4: Começando a criar rotinas
- Capítulo 5: Agenda, compromissos e tarefas: manual do usuário
- Capítulo 6: Casa em ordem, mente sã
- Capítulo 7: Como destralhar sua checklist do trabalho
- Capítulo 8: 1, 2, 3: é só começar
- Epílogo

Apesar de ter achado o livro bastante objetivo e eficaz, não senti que ele tenha trazido grandes novidades sobre o assunto para mim. Talvez seja justamente porque já li materiais anteriormente, especialmente o GTD, que, segundo que entendi, é onde a Thais Godinho ancora seu método. No entanto, um ponto do qual gostei muito é como a autora expõe o significado maior da importância da organização na vida das pessoas. Quando ouvimos a palavra “organização”, logo pensamos em casa arrumada, objetos em ordem ou agenda bem administrada. A autora mostra que é muito mais do que isso e me convenceu de que ser organizada me possibilita ter mais realizações na vida e viver de forma mais plena. Um outro ponto que ela explica, que eu achei bastante interessante, é sobre alinhar as suas tarefas diárias, semanais, mensais, etc., com os seus objetivos de longo prazo, possibilitando, assim, tornar os sonhos realidade.

Mesmo não tendo me identificado totalmente com o livro, ainda assim eu o recomendo fortemente às pessoas que tiveram pouco contato com o assunto organização, que desejam muito “dar um jeito na vida” e que querem um método simples e que resolva. A leitura é agradável, rápida e provoca algumas reflexões, acompanhadas de exercícios práticos.
Vida Organizada

Veja também:
A Mágica da Arrumação

[resenha] O Código da Inteligência

29 de maio de 2015 - sexta-feira - 08:53h   ¤   Categoria(s): Autoajuda, Literatura nacional, Psicologia, Resenhas

O Código da InteligênciaTítulo: O Código da Inteligência
Autor: Augusto Cury
País: Brasil
Edição original: 2008
Editora: Sextante
Páginas: 255
Sinopse: Analisando a fundo o funcionamento de cada um desses códigos e os benefícios que nos trazem, Cury mostra como podemos assumir o controle de nossa vida, superando medos, inseguranças e limitações. O autor também alerta para as quatro armadilhas da mente (o conformismo, o coitadismo, o medo de reconhecer os erros e o medo de correr riscos), que aprisionam a criatividade, asfixiam a emoção e aumentam o estresse. Em uma abordagem inovadora, você vai descobrir como lapidar, expandir e irrigar sua inteligência socioemocional. Analisando o comportamento humano sob os pontos de vista psicológico, filosófico, psicopedagógico e sociológico, Cury aborda os hábitos dos bons profissionais e os compara com os hábitos dos profissionais excelentes – aqueles que decifram os códigos da inteligência. Ao explicar de forma simples e acessível o processo de construção dos pensamentos e de formação dos grandes pensadores, este livro vai oxigenar a mente de pais, professores, alunos, cônjuges e amigos, transformando a existência em uma fantástica aventura.
Compre: compare preços
Avaliação:

Seria um absurdo um motorista tirar as mãos do volante e deixar o carro seguir a seu bel-prazer. Colisões aconteceriam, ferimentos imprevisíveis seriam gerados. Mas esse absurdo ocorre com nossa psique. As pessoas deixam suas emoções soltas, sem direcionamento, sem um mínimo de gerenciamento.
Elas se deixam manipular pelo humor triste, fóbico, depressivo, pessimista como se fossem marionetes, como se não tivessem nenhum poder gerencial.

Quando estávamos na escola, aprendemos matemática, português, física, história, química, etc., mas jamais tivemos, na grade de horários, uma disciplina que nos ensinasse a lidar com a frustração. Somos habituados a tomar banho todos os dias, para fazermos a higiene do nosso corpo, mas não criamos o hábito de higienizar nossa mente, de forma a limpá-la dos pensamentos tóxicos que nos povoam durante o dia. Vemos pessoas de grande sucesso profissional que, supomos, têm tudo na vida, mas, um belo dia, ficamos sabendo que se suicidaram pois sofriam de depressão.
Todas as situações acima descritas mostram a falta de cuidado e de atenção que temos com nossa saúde mental e nosso psiquismo.

Pelo que eu pesquisei, este livro é relativamente antigo, e apenas foi reeditado recentemente. No entanto, as ideias contidas nele foram bastante novas para mim. Talvez não tão novas em termos de conteúdo, mas, na verdade, de abordagem. Os livros de autoajuda sempre nos orientam a ter bom humor, pensar positivo, evitar o estresse e não sucumbir à ansiedade, mas eu nunca havia lido antes algo que comparasse todas essas orientações com coisas “comuns” que tentam nos ensinar no dia a dia, como dicas de alimentação, de exercícios físicos e aulas de colégio.
O código da inteligência afirma que nosso cuidado com a saúde não deveria se restringir apenas ao corpo. Da mesma forma que devemos evitar consumir alimentos prejudiciais, o autor nos orienta a não consumir pensamentos prejudiciais. Além disso, ele também nos mostra que o conhecimento e a inteligência não deveriam ser apenas sobre quem foi Átila ou qual a fórmula de Bháskara, e, sim, sobre quais são os seus medos, por que eles te paralisam e o que você pode (e deve) fazer com relação a isso.
Uma comparação que o autor faz, da qual eu gostei muito, é quando ele afirma que o ser humano procura estudar e desvendar desde o universo mais longínquo até a partícula atômica mais infinitesimal, mas não procura entender o universo mais importante de todos, que é a sua própria mente e seus próprios pensamentos.

Achei bastante interessante ter visto a saúde mental abordada desta forma. Infelizmente este livro não veio até mim alguns anos antes, pois eu poderia ter evitado alguns percalços de forma tão simples quanto tomar banho ou fazer uma caminhada ou evitar comer muito açúcar.
Um único ponto que me desagradou um pouco foi a estrutura do texto em si. O livro é recheado de citações do autor, mas tiradas de seus outros livros. A impressão que passa é que ele está querendo fazer propaganda, já que, muitas vezes, as citações quase não têm a ver com o texto da página na qual elas estão inseridas. Alguns excessos de metáforas também acabam por fazer com que o livro não prenda muito a atenção do leitor. Os avoados (eu!) terão um pouco de dificuldade.
Entretanto, no geral, a leitura vale muito a pena, pela importância da visão que se dá a um assunto que deveria receber mais a nossa atenção. Motivos para isso não faltam, dado o caráter quase epidêmico das doenças psíquicas nos dias atuais.
O Código da Inteligência

Leia um trecho: aqui

[resenha] Adultério

18 de maio de 2014 - domingo - 21:21h   ¤   Categoria(s): Literatura nacional, Resenhas, Romance

AdultérioTítulo: Adultério
Autor: Paulo Coelho
País: Brasil
Ano: 2014
Editora: Sextante
Páginas: 239
Sinopse: Minha tristeza se tornou rotina, ninguém percebe mais. Não consigo mais dormir direito. Sinto-me egoísta. Continuo tentando impressionar as pessoas como se ainda fosse criança. Choro sozinha e sem motivo no banho. Só fiz amor com vontade mesmo uma vez em muitos meses – e você sabe bem de que dia estou falando. Já considerei que tudo isso seja um rito de passagem, consequência de eu ter passado dos 30 anos, mas essa explicação não basta. Sinto que estou desperdiçando minha vida, que um dia vou olhar para trás e me arrepender de tudo o que fiz. Menos de ter me casado com você e tido nossos lindos filhos. – Mas isso não é o mais importante? Para muitas pessoas, sim. Mas para mim não é o suficiente.
Compre: compare preços
Avaliação:

Devo aguentar firme e esperar que a crise passe. Do contrário, corro o risco de me apaixonar de verdade, sentir de modo permanente o que senti por uma fração de segundo quando almoçamos juntos da primeira vez. E, se isso acontecer, as coisas já não se passarão apenas dentro de mim. Em vez disso, o sofrimento e a dor se espalharão por toda parte.

Linda tem a vida perfeita: tem 31 anos, é casada com um marido amoroso e tem filhos bem comportados. Mora na Suíça e tem um emprego estável com uma carreira sólida.
Só que essa vida perfeita já não a satisfaz. Com sentimentos confusos dentro de si, sente, ao mesmo tempo, tédio, tristeza, desespero e apatia.
Até que, um dia, por causa da sua profissão de jornalista, acaba reencontrando um ex-namorado da época de adolescência. Ele agora é um político bem-sucedido e ela incumbida de entrevistá-lo. Entretanto, esse reencontro acaba não ficando puramente no campo profissional.

Uma coisa muito estranha que eu fui notando ao longo da leitura e esteve presente em 80% do livro foi a sensação de letargia que o texto transmitia. O livro é em primeira pessoa, e, teoricamente, a confusão de sentimentos que a personagem carregava deveria causar muito sofrimento. Entretanto, isso não era mostrado no texto. A impressão que me passava era que ela compreendia de forma consciente (ou até onisciente) tudo o que sentia. Havia análises e conclusões de mais e demonstrações de emoções de menos.
Confesso que isso me deixava com dúvidas quanto a aonde o livro queria chegar. Ficava me perguntando: “Será que é o fato de o autor ser homem e desconhecer o universo das aflições femininas? Será que é justamente para mostrar o marasmo em que estava mergulhada a vida da personagem? Será que o céu vai se abrir e trará uma revelação divina na última frase do livro?”

Sim, o final do livro mostra aonde ele queria chegar o tempo todo. E a parte interessante é justamente quando você termina de ler e dá uma nova olhada na frase que está em destaque na 4ª capa: “É melhor viver do que não amar”. Ela é a primeira que você lê quando vai tentar saber mais do que o livro se trata. A interpretação dela antes de ler o livro é uma, e se torna totalmente outra após a leitura. Então, você finalmente entende qual é a proposta de Adultério.
Adultério

[resenha] O Encontro Inesperado

5 de março de 2014 - quarta-feira - 10:06h   ¤   Categoria(s): Desafios, Espiritismo / Religiões, Literatura nacional, Resenhas, Romance

O Encontro InesperadoTítulo: O Encontro Inesperado
Autor: Zibia Gasparetto ditado por Lucius
País: Brasil
Ano: 2013
Editora: Vida & Consciência
Páginas: 419
Sinopse: Em um relacionamento amoroso, uma mulher exigente e intratável, ciumenta, apegada, sufocou o companheiro que depois de sete anos de convivência, não suportando mais saiu de casa. Ela tentara o suicídio uma vez e ameaçava fazê-lo de novo caso ele não voltasse. Os pais dela a julgavam fraca e queriam protegê-la, mas a vida os impediu de socorrê-la. Quando todos pensavam que aconteceria o pior, a vida intercede a seu favor. Os três irmãos – Franco, Gisele e Carlos, surgem nesta história e os fatos começam a mudar. Então aconteceu o encontro inesperado.
Compre: compare preços

Ivo sentou-se em sua sala, pensativo. Às vezes tinha vontade de largar tudo, emprego, mulher, família. Mas controlava-se, temendo a reação de Miriam. Até quando teria de suportar aquela situação?
A cada dia ficava mais difícil voltar para casa. Ele não sentia mais atração por ela e isso fazia com que ela se queixasse ainda mais. O pior é que reclamava com a mãe, que tomava as dores dela, falava com o marido e, no dia seguinte, ele chamava sua atenção, dizendo que a filha era doente, tinha saúde delicada e ele precisava ser mais carinhoso.

Avaliação:
Os pais de Franco, Carlos e Gisele faleceram em um acidente de carro, quando voltavam da casa de um sobrinho, Ivo. Ele estava tendo problemas no casamento, pois sua esposa era extremamente ciumenta, insegura e mimada. Tendo sido criada por pais que a superprotegiam e faziam absolutamente todas as suas vontades, ela achava que o marido deveria naturalmente substituí-los.
Gisele possuía um pouco de sensibilidade espiritual e, alguns anos depois da morte de seus pais, sonhou com eles. Neste sonho, eles a tranquilizavam, dizendo que estava tudo bem, explicando que foram embora porque realmente havia chegado o momento deles e parabenizando os irmãos por terem conseguido, juntos, prosseguir com a vida apesar das dificuldades.
Um dia, Olga, mãe de Ivo e tia dos 3 irmãos, vai à casa deles para pedir ajuda. Franco era psicólogo e Olga queria que ele aconselhasse sua nora problemática. Aos poucos, a presença destes irmãos acaba causando grandes mudanças na vida de Ivo, de sua esposa e de todos ao redor.

Encontro inesperado ofereceu um pouco menos do que eu esperava de um livro espírita. Achei o enredo um pouco “normal demais”. Gosto de histórias complicadas, com espíritos perturbados, encarnações planejadas que acabam não dando certo e consequências a princípio desastrosas, mas que acabam caminhando para um final feliz. Este livro tem, sim, elementos espirituais, mas os ensinamentos que eles proporcionam são bem básicos e não acrescentam muito para quem já conhece o assunto.
De qualquer forma, é uma leitura prazerosa, tranquila e leve. É um romance que, mesmo não tendo grandes dramas, prende o leitor porque flui bem. Para mim, foi um ótimo passatempo enquanto estava à beira da piscina, durante as férias.

Este livro foi a meta de dezembro do Projeto Variedade Literária.
O Encontro Inesperado

[resenha] Cinco Séculos de Poesia

28 de outubro de 2013 - segunda-feira - 08:34h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Literatura nacional, Poesia, Resenhas

Cinco Séculos de PoesiaTítulo: Cinco Séculos de Poesia
Autor: Alexei Bueno
País: Brasil
Ano: 2012
Editora: Record
Páginas: 143
Sinopse: Nesta apurada edição bilíngue, obras-primas da poesia desde o século XVI ao XX são reunidas para criar um panorama fascinante, no qual obras de autores como William Shakespeare, Giacomo Leopardi, Stéphane Mallarmé e Boris Vian são traduzidas e analisadas pelo premiado poeta e tradutor Alexei Bueno.
Compre: compare preços

To be, or not to be: that is the question:
Whether ’tis nobler in the mind to suffer
The slings and arrows of outrageous fortune,
Or to take arms against a sea of troubles,
And by opposing end them? To die: to sleep;
[….]

Avaliação:
E aí você acha que é uma leitora experiente, pois já leu não somente uma boa quantidade de livros, como também uma grande variedade deles. Só que, um belo dia, você se depara com a missão de ler (e resenhar!) um livro de poesia.
Mil perdões, querido visitante, mas esta blogueira que vos “fala” é admitidamente burra para o gênero da poesia. Eu não tenho a menor condição de resenhar com decência este livro que eu li. A saída é resenhar indecentemente mesmo. Mas pelo menos tudo aqui está sendo feito com base na honestidade, rs. A verdade é que eu me sinto uma garota de 12 anos tendo que escrever conselhos sobre problemas no casamento. o.Ô

Cinco séculos de poesia tem textos de diversos poetas importantes, todos com as suas versões originais e as suas traduções, feitas pelo autor da coletânea, Alexei Bueno.

Aos conhecedores do gênero da poesia que estão lendo esse post, peço, por gentileza, que parem por aqui. Fechem a janela do navegador, vão visitar outro blog, vão jogar video game! A partir deste ponto, não me responsabilizo pela gastrite que as minhas opiniões poderão lhes causar.

O livro é composto por poesias dos seguintes escritores:
- San Juan de la Cruz (espanhol)
- Torquato Tasso (italiano)
- William Shakespeare (inglês)
- Ludwig Uhland (alemão)
- Giacomo Leopardi (italiano)
- Henry Wadsworth Longfellow (norte-americano)
- Gérard de Nerval (francês)
- Edgar Allan Poe (norte-americano)
- Alfred Tennyson (inglês)
- Stephane Mallarmé (francês)
- José Asunción Silva (colombiano)
- Boris Vian (francês)

Por meio dessa obra, eu fiquei sabendo mais sobre os poetas bem conhecidos da cultura popular atual, como Shakespeare, e acabei conhecendo outros poetas, muito importantes na literatura dos seus países, mas dos quais eu nunca tinha ouvido falar, como Henry Wadsworth Longfellow.
Ler os poemas nos idiomas originais e acompanhar as suas traduções foi muito interessante, mas não necessariamente 100% bom ou 100% ruim. Pelo que eu entendi no livro (e, no fundo, é meio óbvio), traduzir poemas não é algo que se limita apenas ao sentido do que o texto está dizendo. O tradutor deve se preocupar com as rimas e com as métricas, e adaptar tudo junto ao mesmo tempo. Para isso, além de ele precisar conhecer o gênero da poesia, imagino que o tradutor também deva conhecer muito bem o poeta: não somente suas características literárias, como também seu perfil psicológico e o contexto histórico em que viveu. Ou seja, mó trampo!
Da minha parte, confesso que ler um poema traduzido não é algo que tenha me agradado. Por mais que eu respeite e admire todo o trabalho feito, ainda assim, me dá uma sensação estranha, de angústia, parecida com aquela que as músicas dubladas dos desenhos da Disney me causam. Por outro lado, ler o poema no idioma original também não é plenamente satisfatório, mesmo que eu domine o idioma (no meu caso só o inglês, porque meu espanhol e meu francês são meia-boca, o italiano eu só brinco de adivinhar e o alemão, afff, conheço 1 ou 2 palavras), porque falta vocabulário para palavras antigas, falta conhecimento cultural, falta contexto. Acabou sendo mais divertido ler os textos em voz alta e reparar nas rimas, rsrs.
Apesar das dificuldades sentidas, apesar da autoestima arranhada, foi uma experiência ótima. Aprendi coisa pra caramba, afinal, pra quem sabe ZERO, qualquer nadinha é muito.

Eu recomendo a leitura desse livro porque adquirir conhecimento é sempre, sempre bom. Talvez eu tivesse sido um pouco mais feliz se tivesse escolhido um livro de poesias de autor brasileiro, mas, no fim, não teria tido essa oportunidade de aprendizado.

Esta resenha, pra variar, atrasada, faz parte da meta de setembro ¬¬ do Projeto Variedade Literária.
Cinco Séculos de Poesia