Categoria: ‘Romance’

[desapegando] Uma Carta de Amor

9 de novembro de 2015 - segunda-feira - 13:44h   ¤   Categoria(s): Desapegando, Literatura estrangeira, Promoções, Romance

O 1º livro a ser sorteado no projeto [desapegando] vai ser Uma carta de amor, do Nicholas Sparks! =)
[desapegando] Uma Carta de Amor
Conforme o post explicativo do projeto, este livro é usado. Foi lido apenas 1 vez. Pelas fotos, vocês poderão saber como ele está:
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Regrinhas do sorteio:
1. O sorteado deverá ter um endereço de entrega no Brasil.
2. Para participar, faça as ações do Rafflecopter abaixo. Não há ações obrigatórias. Escolha as que você mais gostar. Quanto mais ações, mais chances de ser sorteado.
3. Se o ganhador não estiver cumprindo a ação pela qual foi sorteado, será desclassificado, e um novo sorteio será feito.
4. Um e-mail será enviado ao ganhador, e ele terá 48 horas para responder, informando seu endereço. Caso não responda nesse prazo, um novo sorteio será realizado.
5. O blog enviará o livro até 30 dias após o recebimento do endereço do ganhador.
6. O blog não se responsabiliza pela perda ou extravio dos correios, assim como por destinatário ausente ou endereço incorreto ou incompleto.
7. A promoção termina no dia 09/12/2015.

Boa sorte! ^_^~♥

a Rafflecopter giveaway

[Editado - 10/12/15 - 18:01h] Parabéns, Adriana! Aguardo sua resposta informando pra mim seu endereço! =)

Veja também:

[resenha] Mar da Tranquilidade

12 de novembro de 2014 - quarta-feira - 16:13h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Romance

Mar da TranquilidadeTítulo: Mar da Tranquilidade
Título original: The sea of tranquility
Autor: Katja Millay
País: EUA
Ano: 2012
Editora: Arqueiro
Páginas: 367
Sinopse: Nastya Kashnikov foi privada daquilo que mais amava e perdeu sua voz e a própria identidade. Agora, dois anos e meio depois, ela se muda para outra cidade, determinada a manter seu passado em segredo e a não deixar ninguém se aproximar. Mas seus planos vão por água abaixo quando encontra um garoto que parece tão antissocial quanto ela. É como se Josh Bennett tivesse um campo de força ao seu redor. Ninguém se aproxima dele, e isso faz com que Nastya fique intrigada, inexplicavelmente atraída por ele. A história de Josh não é segredo para ninguém. Todas as pessoas que ele amou foram arrancadas prematuramente de sua vida. Agora, aos 17 anos, não restou ninguém. Quando o seu nome é sinônimo de morte, é natural que todos o deixem em paz. Todos menos seu melhor amigo e Nastya, que aos poucos vai se introduzindo em todos os aspectos de sua vida. À medida que a inegável atração entre os dois fica mais forte, Josh começa a questionar se algum dia descobrirá os segredos que Nastya esconde – ou se é isso mesmo que ele quer.
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Sobreviver. É o que estou fazendo agora e não tem sido tão horrível quanto eu esperava. Muitas pessoas me olham de rabo de olho, talvez por causa das minhas roupas, e fora isso ninguém fala comigo.

Avaliação:
Quanto mais envelhecemos, menos as coisas nos impressionam. Ao longo dos anos, passamos por experiências e ganhamos conhecimento que, inevitavelmente, acabam tirando o deslumbre dos nossos olhos. Isso parece triste, mas faz parte da vida e é perfeitamente natural.

Livros com protagonistas adolescentes encaixam-se na lista de coisas que têm baixíssima probabilidade de me impressionar. A história tem que ser muito original, ou muito bem escrita, ou muito bem estruturada. Ou os personagens têm que ser extremamente cativantes. Esse é justamente o caso de Mar da tranquilidade. Confesso que, ao ler a sinopse, fiquei um pouco cética quanto à diversão que esse livro iria me proporcionar. Mas algum ponto específico da descrição do enredo – e eu nem lembro direito qual foi – me fez, quase que inconscientemente, decidir ler o livro.

A palavra que melhor descreve Mar da tranquilidade é “surpreendente”. Essa palavra é perfeita para qualificar não só a história como um todo, mas também a forma como ela evolui e se desenrola, a profundidade dos personagens principais e a própria conclusão. Nastya, Josh e Drew são apaixonantes, envolventes, viciantes. A complexidade deles torna-os reais. O texto é daquele tipo que absorve, que abduz o leitor. Quando ele percebe, já está mergulhado nas páginas há muitos minutos.

Talvez a grande tristeza desse livro é que ele acaba. Na última página, a sensação é de quase desespero por querer que a história continue. Depois da conclusão, que é capaz de enternecer até o mais duro dos corações, eu simplesmente precisava de mais Nastya, de mais Josh e de mais Drew. Durante dias eu passei pelo impulso de querer continuar a leitura, seguido imediatamente pela lembrança de que o livro já tinha chegado ao fim e pela sensação de vazio e de conformismo.

Independentemente da sua idade, eu recomendo que você apenas comece a ler o livro. Só isso. Quando menos esperar, você o estará devorando. Se começar a ler em um sábado de manhã, tenho certeza de que antes do raiar do sol de domingo o livro estará finalizado, mesmo sendo uma leitora lerda como eu.

Por ter uma temática totalmente diferente do meu gosto literário, dificilmente Mar da tranquilidade seria eleito o melhor livro que li em 2014. No entanto, se houver uma vaga para a melhor surpresa do ano, com certeza vou reservá-la para ele!

Leia um trecho: aqui

[resenha] Adultério

18 de maio de 2014 - domingo - 21:21h   ¤   Categoria(s): Literatura nacional, Resenhas, Romance

AdultérioTítulo: Adultério
Autor: Paulo Coelho
País: Brasil
Ano: 2014
Editora: Sextante
Páginas: 239
Sinopse: Minha tristeza se tornou rotina, ninguém percebe mais. Não consigo mais dormir direito. Sinto-me egoísta. Continuo tentando impressionar as pessoas como se ainda fosse criança. Choro sozinha e sem motivo no banho. Só fiz amor com vontade mesmo uma vez em muitos meses – e você sabe bem de que dia estou falando. Já considerei que tudo isso seja um rito de passagem, consequência de eu ter passado dos 30 anos, mas essa explicação não basta. Sinto que estou desperdiçando minha vida, que um dia vou olhar para trás e me arrepender de tudo o que fiz. Menos de ter me casado com você e tido nossos lindos filhos. – Mas isso não é o mais importante? Para muitas pessoas, sim. Mas para mim não é o suficiente.
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Avaliação:

Devo aguentar firme e esperar que a crise passe. Do contrário, corro o risco de me apaixonar de verdade, sentir de modo permanente o que senti por uma fração de segundo quando almoçamos juntos da primeira vez. E, se isso acontecer, as coisas já não se passarão apenas dentro de mim. Em vez disso, o sofrimento e a dor se espalharão por toda parte.

Linda tem a vida perfeita: tem 31 anos, é casada com um marido amoroso e tem filhos bem comportados. Mora na Suíça e tem um emprego estável com uma carreira sólida.
Só que essa vida perfeita já não a satisfaz. Com sentimentos confusos dentro de si, sente, ao mesmo tempo, tédio, tristeza, desespero e apatia.
Até que, um dia, por causa da sua profissão de jornalista, acaba reencontrando um ex-namorado da época de adolescência. Ele agora é um político bem-sucedido e ela incumbida de entrevistá-lo. Entretanto, esse reencontro acaba não ficando puramente no campo profissional.

Uma coisa muito estranha que eu fui notando ao longo da leitura e esteve presente em 80% do livro foi a sensação de letargia que o texto transmitia. O livro é em primeira pessoa, e, teoricamente, a confusão de sentimentos que a personagem carregava deveria causar muito sofrimento. Entretanto, isso não era mostrado no texto. A impressão que me passava era que ela compreendia de forma consciente (ou até onisciente) tudo o que sentia. Havia análises e conclusões de mais e demonstrações de emoções de menos.
Confesso que isso me deixava com dúvidas quanto a aonde o livro queria chegar. Ficava me perguntando: “Será que é o fato de o autor ser homem e desconhecer o universo das aflições femininas? Será que é justamente para mostrar o marasmo em que estava mergulhada a vida da personagem? Será que o céu vai se abrir e trará uma revelação divina na última frase do livro?”

Sim, o final do livro mostra aonde ele queria chegar o tempo todo. E a parte interessante é justamente quando você termina de ler e dá uma nova olhada na frase que está em destaque na 4ª capa: “É melhor viver do que não amar”. Ela é a primeira que você lê quando vai tentar saber mais do que o livro se trata. A interpretação dela antes de ler o livro é uma, e se torna totalmente outra após a leitura. Então, você finalmente entende qual é a proposta de Adultério.
Adultério

[resenha] Uma Carta de Amor

21 de abril de 2014 - segunda-feira - 23:23h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Resenhas, Romance

Uma Carta de AmorTítulo: Uma Carta de Amor
Título original: Message in a bottle
Autor: Nicholas Sparks
País: EUA
Ano: 1998
Editora: Arqueiro
Páginas: 278
Sinopse: Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro. Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim – ‘Minha adorada Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.’ Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas ‘Garrett’. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também. Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.
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Minha adorada Catherine,
Sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos. Quase posso sentir você ao meu lado enquanto escrevo esta carta, assim como o perfume de flores silvestres que sempre me faz lembrar você.

Avaliação:
Este livro foi meu primeiro Nicholas Sparks. Apesar de já ter assistido a 1 ou 2 filmes baseados nas histórias dele, nunca havia lido um livro deste autor até então.
Eu estava muito curiosa para saber por que ele despertava opiniões tão opostas por parte dos leitores: em um extremo, a devoção e em outro, desdém. E, após a leitura, talvez eu tenha entendido. Ou não, rs.

Uma Carta de Amor começa com Theresa encontrando uma garrafa à beira da praia onde ficava a casa de sua chefe, com quem estava tirando umas pequenas férias. Dentro dessa garrafa, havia uma carta muito emocionante, em que um apaixonado Garrett escreve a sua amada Catherine. Pelo texto, era possível entender que a ausência de Catherine, possivelmente falecida, causava muita dor a Garrett já há algum tempo.
Profundamente tocada pelo conteúdo da carta, Theresa fica curiosa para saber que tipo de homem Garrett poderia ser.
Já de volta ao trabalho, Theresa fica sabendo da existência de mais 2 cartas de Garrett, escritas em momentos diferentes daquela que ela possuía e encontradas por diferentes pessoas. Através das 3 cartas, Theresa consegue investigar mais sobre o autor e acaba descobrindo onde ele mora, sua possível profissão e como fazer para encontrá-lo. Sem nada a perder e com o apoio de sua chefe, Theresa é incentivada a ir procurar o romântico autor das cartas.
Não preciso dizer o que acontece quando ela o encontra. Vocês sabem que os livros do Nicholas Sparks sempre trazem histórias de amor.

Bom, eu gostei bastante dessa história. O final me chocou um pouco, me deixando até um tantinho indignada, mas ok, nem todas as leituras são flores. Com relação à minha primeira experiência (ui!) com o Nicholas Sparks, eu diria que foi tranquila. Gostei do livro, mas não me apaixonei por ele. Talvez eu precisasse realmente ser uma pessoa bem mais romântica para isso acontecer. E não sei dizer se pessoas que detestam o autor seriam necessariamente aquelas que não acreditam em amor. Acho que vale uma pesquisa aí, rs.

Eu recomendo para quem está a fim de ler uma história de amor que contém sentimentos bem intensos. E aqueles que sonham viver uma grande paixão desejarão poder mergulhar para dentro das páginas.
Uma Carta de Amor

Leia um trecho: aqui

A adaptação para o cinema é de 1999, com Kevin Costner no papel de Garrett e Robin Wright no papel de Theresa. Eu não assisti ao filme, mas, pelo trailer, pude perceber já algumas diferenças, como o fato de Theresa ser loira (no livro ela tem os cabelos castanhos, na altura do ombro e lisos), de Garrett ser mais velho que Theresa e o chefe dela ser homem.

Veja também:

[resenha] O Clone de Cristo

8 de março de 2014 - sábado - 23:13h   ¤   Categoria(s): Espiritismo / Religiões, Literatura estrangeira, Resenhas, Romance, Suspense / Ação

O Clone de CristoTítulo: O Clone de Cristo
Título original: The Jesus Thief
Autor: J.R. Lankford
País: EUA
Ano: 2003
Editora: Saída de Emergência Brasil
Páginas: 382
Sinopse: ‘O Clone de Cristo’ é uma história fantástica sobre uma experiência secreta que pode mudar o mundo – a tentativa de clonar Jesus Cristo a partir do Santo Sudário. O Dr. Felix Rossi é o chefe da pesquisa, um conceituado cientista obcecado com duas perguntas – será que o tecido do Sudário contém mesmo o sangue de Cristo? E o DNA ainda estará intacto? Apesar do caráter sigiloso do experimento, forças obscuras tentam impedi-lo e Rossi não tem tempo a perder – precisa encontrar uma mulher para gerar a criança. Esta trama policial arrepiante nos leva numa viagem inesquecível da alta sociedade nova-iorquina aos bares irlandeses, das igrejas do Harlem à Catedral de Turim. Uma narrativa bem construída sobre laços familiares perdidos, um homem à procura de Deus, uma mulher em busca de um sentido para a própria vida… e uma inesperada história de amor.
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O microscópio tinha uma função que ninguém naquela sala dourada, além dele próprio, conhecia. [...] Olhando através da lente ocular, Felix colocou o microscópio sobre a maior mancha de sangue, a que tinha escorrido quando o soldado romano usou sua lança para perfurar o tórax. [...] Quando a lâmina foi recolhida, os pedaços de fio vieram junto, transportando centenas de células sanguíneas que, Felix tinha a certeza, continham o DNA do Filho de Deus.

Avaliação:
Felix Rossi, com duplo doutoramento em Harvard (medicina e microbiologia), um dia já quis ser padre, por causa de sua profunda e devota fé católica. Durante os 42 anos de sua vida, ele esperou pela oportunidade de poder ver pessoalmente o Sudário de Turim. Em uma das raras ocasiões em que o Sudário foi exibido a um grupo de pessoas muito restrito, Rossi estava lá. O tecido sagrado seria examinado e o médico fora convidado como representante da Ciência.
Entretanto, o verdadeiro e secreto sonho de Rossi era usar justamente a Ciência para trazer Jesus Cristo de volta. Para isso, ele se preparou durante anos e anos. E lá estava a sua grande e única oportunidade. Com um microscópio especialmente equipado, Rossi consegue obter, sem o conhecimento dos demais presentes, 2 pequenos fios ensanguentados cortados do Sudário de Turim.
Tendo posse desses fios, Felix Rossi conseguirá encontrar células adequadas para realizar a clonagem? Se sim, conseguirá inserir seus núcleos em um óvulo? Quem será a doadora? De quem será o ventre que carregará o clone de Jesus? A gravidez se transcorrerá normalmente?

O clone de Cristo é uma história sobre fé, sobre a crença em Deus, mas inserida em um contexto científico, com um ritmo ditado pela tensão constante de um thriller e uma bonita história de amor de brinde. As questões abordadas vão além da medicina, da microbiologia e da religião. Supondo que os cenários do livro são verdadeiros, o leitor também acaba conhecendo um pouco da vida na alta sociedade novaiorquina, onde arte e política parecem ser assuntos normais entre seus membros. Em termos de oportunidade de aquisição de conhecimento, eu arriscaria dizer que está quase no nível dos livros do Dan Brown. Só não fiquei parando para googlar tudo a cada 3 frases porque atrasaria demais a minha leitura, que já não é das coisas mais rápidas do mundo.
Talvez um único ponto que me incomodou um pouco (mas aí é por motivos pessoais) é que às vezes me dava a impressão de que o livro estava “pregando” religião, quando alguns personagens rezavam ou falavam de sua fé. No entanto, isso nem de longe é a intenção do livro e em nada atrapalha o andamento da história.
As reflexões finais que ficam são bem intrigantes. E se uma pessoa com a mesma carga genética de Jesus retornasse ao nosso mundo nos dias atuais, seria ela Jesus? Seria o Filho de Deus? Como fica a questão da “alma”? O que aconteceria com as diversas religiões existentes? Como ficaria o poder da igreja? E como seria afetado o campo da política?

Não deixe de ler a degustação no link abaixo! Vale muito a pena!
O Clone de Cristo

Leia um trecho: aqui