[desapegando] Uma Carta de Amor

9 de novembro de 2015 - segunda-feira - 13:44h   ¤   Categoria(s): Desapegando, Literatura estrangeira, Promoções, Romance

O 1º livro a ser sorteado no projeto [desapegando] vai ser Uma carta de amor, do Nicholas Sparks! =)
[desapegando] Uma Carta de Amor
Conforme o post explicativo do projeto, este livro é usado. Foi lido apenas 1 vez. Pelas fotos, vocês poderão saber como ele está:
[desapegando] Uma Carta de Amor [desapegando] Uma Carta de Amor [desapegando] Uma Carta de Amor [desapegando] Uma Carta de Amor

Regrinhas do sorteio:
1. O sorteado deverá ter um endereço de entrega no Brasil.
2. Para participar, faça as ações do Rafflecopter abaixo. Não há ações obrigatórias. Escolha as que você mais gostar. Quanto mais ações, mais chances de ser sorteado.
3. Se o ganhador não estiver cumprindo a ação pela qual foi sorteado, será desclassificado, e um novo sorteio será feito.
4. Um e-mail será enviado ao ganhador, e ele terá 48 horas para responder, informando seu endereço. Caso não responda nesse prazo, um novo sorteio será realizado.
5. O blog enviará o livro até 30 dias após o recebimento do endereço do ganhador.
6. O blog não se responsabiliza pela perda ou extravio dos correios, assim como por destinatário ausente ou endereço incorreto ou incompleto.
7. A promoção termina no dia 09/12/2015.

Boa sorte! ^_^~♥

a Rafflecopter giveaway

[Editado - 10/12/15 - 18:01h] Parabéns, Adriana! Aguardo sua resposta informando pra mim seu endereço! =)

Veja também:

projeto: [desapegando]

5 de novembro de 2015 - quinta-feira - 18:52h   ¤   Categoria(s): Desapegando

Então, eu decidi que está na hora de dar liberdade a alguns dos meus livros.
projeto: [desapegando]

Por que eu resolvi fazer isso?
Por 2 motivos principais:
• Livro preso em estante não cumpre com a sua função, que é levar conhecimento ou entretenimento a um leitor.
• Minha estante está abarrotada, realmente não cabe mais nada. Novas arrumações para tentar arranjar espaço já não estão valendo mais a pena.

Como irei “dar liberdade” aos meus livros?
Vai ser por meio de sorteios, no modo tradicional de blogs, via Rafflecopter, e envolvendo ações em Facebook, G+, Twitter e instagram.

São todos livros usados?
Sim. Todos eles foram lidos pelo menos uma vez.
Em cada sorteio, eu vou colocar fotos detalhadas, para poder mostrar em que estado eles estão. A maioria está bem cuidada.

Por que não vendo em sebos?
Porque alguns livros estão realmente muito novos, apesar de já lidos. Além disso, alguns deles são bastante queridos pelos leitores em geral. Eu prefiro sorteá-los a pessoas que vão valorizar essas características do que receber um dinheiro merreca de alguém que acha que está fazendo um megafavor ao comprar o livro de você.
Há também livros que recebi de parceria de editoras. Não posso vendê-los.

Por que eu simplesmente não “esqueço” o livro por aí, em um banco de praça ou no metrô?
Acho essas ações sensacionais, mas o Brasil é enorme. Eu sou de São Paulo e quero que meus futuros-ex-livros cheguem a outros cantos do país.
E também porque via sorteio eu consigo atingir o público-alvo do livro de forma mais assertiva. =)

Ótimo! Que sorteio está rolando?
Procure na sidebar para saber de qual livro estou me desapegando! ^_^

Veja também:

Café da Manhã Intergaláctico II – Editora Aleph

20 de outubro de 2015 - terça-feira - 15:25h   ¤   Categoria(s): Eventos, Ficção Científica

Hoje, dia 20 de outubro de 2015, 1 dia depois do lançamento do pôster oficial e do novo trailer de Star Wars – Episódio VII – O despertar da Força, rolou mais um Café da Manhã Intergaláctico, realizado pela linda, amorosa, cheirosa e, é claro, ultrafoda, Editora Aleph.
Café da Manhã Intergaláctico
Dessa vez, o Café da Manhã foi na Caixa Belas Artes, na Rua da Consolação, 2423. O formato foi o mesmo da outra vez, com café da manhã primeiro e depois as apresentações.

Primeiro, o Orlando Prado falou da parte comercial, em especial aos livreiros, e mostrou alguns números relacionados a vendas. Em seguida, falaram o Adriano Fromer e o Daniel Lameira. A Luciana Fracchetta também tinha uma apresentação a fazer, sobre comunicação com os leitores, mas parece que ela teve um problema familiar e não pôde comparecer. O Adriano e o Daniel acabaram apresentando a parte dela.

As fotos que eu tirei do telão ficaram beeem meia-boca, porque não levei minha câmera dessa vez, e tirei tudo com o celular (um iPhone 4, hehe). Mas é mais para vocês terem uma ideia do que foi falado. =)
Café da Manhã Intergaláctico
Ursula, lindona. Amanhã é aniversário dela!
Café da Manhã Intergaláctico
Aqui, para mostrar alguns detalhes do dia a dia de uma editora, o Adriano contou como foi o processo de escolha da capa de Eu, robô. Não tem foto de todas, mas acho que foram mostradas umas 15 capas antes de se chegar à final, rs.
Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico
Sequência de slides sobre a novelização do filme Alien. Já viram o livro? A capa metalizada e em soft touch? Ficou um efeito lindo! (e-book nunca será, hohoho!)
Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico
Academia Jedi, livrinho ultrafofo, realmente voltado para crianças, mas que está encantando um monte de marmanjos. Fica a dica para pais que querem “educar” seus filhos a gostarem de Star Wars, hehehe.
Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico
Republicação de respeito, literalmente, do clássico Eu sou a lenda. Sem o Will Smith na capa, por mais que eu adore esse ator.
Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico
Próximos lançamentos de Star Wars: Troopers da morte e O último comando. Pelo que contaram sobre Troopers da morte, parece ser um livro que interessará mesmo aqueles que não curtem taaanto Star Wars. É sobre zumbis, rsrs, e, segundo o Adriano, aparecem como prisioneiros 2 personagens: um que é bonito e outro que é alto e peludo. <3
Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico
Como Star Wars conquistou o Universo, um não ficção que conta tudo. =)
Café da Manhã Intergaláctico
Star Wars – Marcas da guerra – Livro 1 da trilogia Aftermath, e o vídeo do autor.
Esse livro é considerado aquele que dará pistas sobre o que vai ter no Episódio VII. Foi lançado no original em setembro e a Aleph está correndo para lançá-lo mês que vem.
Café da Manhã Intergaláctico
Vixi… o.Ô
Café da Manhã Intergaláctico

E os brindes!! =)
Uma prova não revisada de Marcas da guerra, pra gente já ir lendo, mesmo com possíveis erros, o livro Eu sou a lenda (esse é normal, já lançado oficialmente), buttons e marcadores. Muito amor nesse kit!
Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico O marcador com o desenho de um gancho é do Troopers da morte… acho, rs. Café da Manhã Intergaláctico Café da Manhã Intergaláctico

Espero que tenham gostado, principalmente das novidades que vêm por aí. E peço desculpas pela qualidade ruim das fotos.
Confesso que estou ansiosa, respirando Star Wars já há algumas semanas. Revi os Episódios IV, V e V, depois I e II. Agora estou vendo Clone Wars, que nunca assisti, e depois vou rever Episódio III. E vou tentar ver IV, V e VI de novo! E ler Marcas da guerra!
Ambição demais, afe!

—-

Aos profissionais da Editora Aleph, eu queria agradecer do fundo do coração (e do pulmão, do cérebro, do pâncreas…) pelo convite. O evento foi, novamente, sensacional, além de bem organizado e muito engraçado. Vocês merecem todo esse crescimento que estão tendo, porque é consequência de todo amor que vocês exalam em forma de títulos de qualidade, editoração bem feita, atenção aos leitores, vídeos que causam vômitos-de-arco-íro, etc., etc., etc. ♥

Veja também:
Café da Manhã Intergaláctico CCXP 2015

[resenha] Jurassic Park

29 de setembro de 2015 - terça-feira - 11:21h   ¤   Categoria(s): Aventura / Fantasia, Ficção Científica, Literatura estrangeira, Resenhas, Suspense / Ação

Jurassic ParkTítulo: Jurassic Park
Título original: Jurassic Park
Autor: Michael Crichton
País: EUA
Edição original: 1990
Editora: Aleph
Páginas: 525
Compre: compare preços
Avaliação:

Existe um problema com aquela ilha. Ela é um acidente esperando para acontecer.

Quando eu soube dessa nova publicação do livro Jurassic Park, minhas reações foram: alegria, leve curiosidade, dúvida, empolgação, curiosidade desesperada e certeza. Nessa sequência. Alegria e curiosidade, eu não preciso nem explicar. Mas logo em seguida, veio a pergunta: “Será que vale a pena ler uma história sobre a qual eu sei quase de cor?” E então eu abri o livro para dar uma folheada. Não havia só texto. Havia gráficos, fluxogramas, tabelas, códigos de programação e capítulos numerados não como “Capítulo 1”, mas sim como “Primeira iteração”. Meu lado nerd gritou. Fiquei maluca. Vi que simplesmente PRECISAVA saber o que é que o filme deixou de fora.

No geral, a história principal do livro não é muito diferente do filme, exceto detalhes (por exemplo, o aspecto físico dos personagens) e um fato final totalmente oposto do que aconteceu na adaptação do Spielberg. Extração de DNA de dinossauro, um idoso excêntrico e rico, o passeio dos visitantes antes da abertura oficial, as crianças, as coisas dando errado… tudo isso tem no livro também. (E não me venha reclamar de spoiler. Se você não assistiu ao filme, o que está fazendo nesta vida?)

A grande diferença entre o filme e o livro está na atenção que é dada à Teoria do Caos e, portanto, na importância do personagem Ian Malcolm. Eu não sabia absolutamente nada sobre o assunto, nem fazia ideia do que eram fractais (heresia!), e aprendi horrores! A parte de Biologia também me encantou bastante, com explicações mais detalhadas sobre essa coisa toda de genética e DNA. Supondo que as informações contidas no livro sejam cientificamente corretas, mais crédito-conhecimento entrou pra conta do meu cérebro.

Mas o livro não é só nerdice. O texto é muito bom e envolvente, e em vários momentos de tensão (sim, aqueles que você já sabe quais são) eu realmente me desesperava durante a leitura. Tinha vezes em que acabava atropelando as palavras; em outras, simplesmente não queria avançar no texto por medo do desastre que estava para acontecer.

Os personagens principais, John Hammond, Alan Grant, Ellie Sattler, Ian Malcolm, Tim e Lex, são muito bem caracterizados. Você consegue desenvolver, por cada um deles, sentimentos intensos de admiração, desprezo, respeito, simpatia ou raiva.

Após ter lido o livro, e parando para pensar em diversas adaptações para o cinema, principalmente de obras de ficção científica, a impressão que eu tenho é de que os filmes acabam deixando de lado justamente aquilo que é o ensinamento mais essencial da história, aquilo que frita os miolos do leitor ao provocar profundas reflexões. O filme me encantou na época? É claro que sim! Eu tinha acabado de entrar na adolescência! Além disso, os efeitos visuais eram maravilhosos. Se descuidar, ainda são! E é mil vezes mais legal “ver” dinossauros em uma tela de cinema do que imaginar dinossauros durante a leitura. Mas eu acho extremamente necessário ler o livro, ainda mais se você já tem idade suficiente para precisar de coisas mais consistentes para se encantar.

No fim das contas, do alto (#sqn) da minha capacidade de análise, eu diria que o filme e o livro são coisas diferentes. Parecidas, mas diferentes. Parecidas no enredo, diferentes na sua proposta. Eu amei os dois. Um aos 12 anos de idade, o outro aos 34. =)

Quanto ao livro em si, essa edição nova ficou linda! A capa é maravilhosa, dramática, e chamativa e sombria ao mesmo tempo. As laterais vermelhas são a cereja do bolo. Dentro, o projeto gráfico é elegante, totalmente em harmonia com a história. A beleza externa exalta, mas também respeita e faz jus à importância da obra.
Jurassic Park

[resenha] O Planeta dos Macacos

26 de junho de 2015 - sexta-feira - 08:57h   ¤   Categoria(s): Ficção Científica, Literatura estrangeira, Resenhas

O Planeta dos MacacosTítulo: O Planeta dos Macacos
Título original: La planète des singes
Autor: Pierre Boulle
País: França
Edição original: 1963
Editora: Aleph
Páginas: 209
Compre: compare preços
Avaliação:

Apenas percebia uma diferença essencial em relação aos indivíduos da nossa espécie. Seus olhos não tinham cor: eram de um cinzento bem pouco comum em nós, mas não excepcional. A anomalia estava em sua emanação: uma espécie de vazio, uma ausência de expressão, que me evocava um pobre demente que eu conhecera em outros tempos.

Em um tempo futuro, um rico casal de viajantes está de férias, navegando por algum lugar do universo, quando de repente encontra uma garrafa perdida solta no espaço. Dentro dela, havia diversas folhas finas com uma caligrafia escrita na linguagem da Terra. Contava o relato de 3 homens, terráqueos, que realizaram, pela primeira vez na história do planeta, uma viagem à região do espaço onde se encontra a supergigante Betelgeuse. A estrela está a 300 anos-luz do Sistema Solar, e a viagem teve duração de 2 anos. O planeta escolhido para a exploração era muito parecido com a Terra em termos de volume, atmosfera, radiação recebida da estrela e presença de oceanos e continentes.

Esse é apenas o comecinho do livro O planeta dos macacos. O que vem a seguir vocês já conhecem: os 3 homens descobrem que há humanos nesse planeta, mas eles são, na verdade, selvagens e irracionais, enquanto as espécies inteligentes e dominantes são as de símios.

Devo confessar a vocês que a leitura deste livro fez me sentir uma bookworm mais completa. A história é um clássico! Com uma narrativa direta e objetiva, a leitura voa sem o leitor nem perceber, mas as reflexões provocadas ao longo do livro anulam todas as possíveis – porém errôneas – impressões de simplicidade. E o final… aah, o final dessa história…! Eu não assisti ao filme de 1968, mas, para quem assistiu, fiquem sabendo que o desfecho é diferente, além de haver um fato adicional, que eu acho que nem é citado no filme. Eu já tinha ouvido dizer que a conclusão do livro era desconcertante, mas ninguém me disse que era duplamente desconcertante!

Esta edição da Aleph traz também alguns extras bem legais: uma entrevista com Pierre Boulle, feita em 1972; um texto jornalístico sobre o autor, publicado pela BBC em 2014; e um posfácio que discute as questões levantadas pela obra. Gostei bastante desse material, pois contextualiza o livro em relação tanto à vida do autor quanto à posição e importância de O planeta dos macacos dentro do gênero da ficção científica.

Para quem, assim como eu, não assistiu à famosa adaptação para o cinema, recomendo que leiam o livro ao invés de ver o filme. Depois, olhem na página do Wikipedia as diferenças entre os dois enredos e verão que eu tinha razão, rs.

O livro em si também está muito bonito. O projeto gráfico, como sempre, é de encher os olhos. A capa consegue ser ao mesmo tempo bruta e elegante. O toque especial fica por conta da borda arredondada, supercharmosa, que dá ao livro um “ar” de caderno. Eu costumo torcer o nariz para livros sem orelha, pois geralmente as capas acabam envergando por conta disso, mas não foi o caso dessa edição de O planeta dos macacos. A foto abaixo foi tirada após o fim da leitura e é possível ver que, mesmo com o manuseio, a capa continuou retinha.
O Planeta dos Macacos