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[dica] Hiroshima, 1945

6 de agosto de 2012 - segunda-feira - 13:04h   ¤   Categoria(s): Dicas, Por temas

Hoje, dia 6 de agosto, faz 67 anos que a bomba atômica foi lançada sobre a cidade de Hiroshima, no Japão. Daqui a 3 dias, no mesmo ano, foi a vez de Nagasaki, mais ao sul, sofrer o mesmo ataque nuclear.
Hiroshima

Todos os anos, os japoneses relembram este triste evento através de homenagens no Parque Memorial da Paz de Hiroshima, além de debates acerca do uso de armas nucleares.

Por mais que esta tragédia esteja distante de nós, em um país do outro lado do mundo, em uma época que pode ser até considerada longínqua para muitos, meu desejo é que as pessoas soubessem mais sobre este capítulo que marcou a História Mundial, para que tenham noção da dimensão do mal que uma tecnologia como esta pode causar.

 
O Último Trem de HiroshimaTítulo: O Último Trem de Hiroshima
Autor: Charles Pellegrino
Editora: Leya
Páginas: 406
Sinopse: Usando uma combinação de documentos oficiais de época, depoimentos de japoneses que sobreviveram à bomba e de aviadores americanos, Charles Pellegrino reconstrói os dois dias em que armas nucleares foram detonadas no Japão e mudaram a história do mundo. Charles traz à tona os dias trágicos em Hiroshima e Nagasaki como ocorreram – para explicar por que ocorreram.
Resenha: aqui
 
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Chuva NegraTítulo: Chuva Negra
Autor: Masuji Ibuse
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 325
Sinopse: ‘Chuva Negra’ (Kuroi Ame), é a principal obra do escritor Masuji Ibuse. Publicado originalmente em 1965, o romance revela como a experiência traumática da bomba atômica que atingiu Hiroshima em 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, permanece atual como expressão dos vários reflexos de um evento atroz na experiência pessoal de cada vítima e na história da humanidade em geral. Na trama, passados quase cinco anos da explosão, Shigematsu Shizuma e sua mulher, Shigeko, ambos com os sintomas daqueles que foram expostos à radioatividade, tentam arranjar um casamento para a sobrinha Yasuko. O boato de que também ela estaria contaminada, porém, afasta os pretendentes. Para provar que os comentários são infundados, o tio decide transcrever o diário da sobrinha daquela época, além de seu próprio e o da esposa, mas os escritos provam que a jovem esteve sob a ‘chuva negra’ a caminho de Hiroshima. Suprimir ou não essa informação? E o que não estaria registrado a tinta pelo tio no novo manuscrito mudaria os rumos da história esboçada por aquela outra tinta que caiu do céu e se inscreveu no sangue de Yasuko? ‘Chuva Negra’ também se tornou um marco do cinema japonês. Foi adaptado para as telas pelo diretor Shohei Imamura (1926-2006), em 1989. Recebeu menção especial no Festival de Cannes em 1990.
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6 de Agosto de 1945Título: 6 de Agosto de 1945 – Um Clarão no Céu de Hiroshima
Autor: Fernanda Torres Magalhães
Editora: IBEP Nacional
Páginas: 102
Sinopse: Às 8h15 do dia 6 de agosto de 1945, a cidade japonesa de Hiroshima foi arrasada por uma nova arma de destruição em massa – a bomba atômica. O ataque realizado pelos Estados Unidos tornou-se um triste marco para a humanidade: pela primeira vez esse tipo de armamento tinha civis como alvo. Três dias depois, o mesmo aconteceu a Nagasaki. Muito se discutiu sobre as razões que levaram ao lançamento da bomba e sua real necessidade para acelerar o término da Segunda Guerra Mundial. A pesquisa realizada para a elaboração deste livro contou com inúmeras fontes de informação, inclusive documentação produzida pelos próprios japoneses: literatura, cinema, artigos de jornais, arte feita por sobreviventes, além de testemunhos. Visões particulares de uma guerra que deixou como legado milhares de mortes e uma imensa cicatriz.
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Gen Pés DescalçosTítulo: Gen Pés Descalços – Vol. 1
Autor: Keiji Nakazawa
Editora: Conrad
Páginas: 280
Sinopse: Gen Pés Descalços foi primeiramente lançado em série, nos anos 1972 e 1973, na Shonen Jump, uma das principais revistas semanais de histórias em quadrinhos do Japão. É um relato comovente da difícil vida de uma família japonesa, vítima da bomba atômica, durante e após a Segunda Guerra Mundial. Teve um grande sucesso não somente entre os leitores jovens, mas também com pais, professores e críticos. Gen foi transformado em longa-metragem de animação, três filmes e até uma ópera. As edições em livro venderam mais de 5 milhões de exemplares só no Japão.
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HiroshimaTítulo: Hiroshima
Autor: John Hersey
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 176
Sinopse: A mais importante reportagem do século XX – um retrato de seis sobreviventes da bomba atômica escrito um ano depois da explosão. Quarenta anos mais tarde, o repórter reencontra seus entrevistados. A bomba atômica matou 100 mil pessoas na cidade japonesa de Hiroshima, em agosto de 1945. Naquele dia, depois de um clarão silencioso, uma torre de poeira e fragmentos de fissão se ergueu no céu de Hiroshima, deixando cair gotas imensas – do tamanho de bolas de gude – da pavorosa mistura. Um ano depois, a reportagem de John Hersey reconstituía o dia da explosão a partir do depoimento de seis sobreviventes. Quarenta anos depois, Hersey voltou a Hiroshima e escreveu o último capítulo da história dos hibakushas – as pessoas atingidas pelos efeitos da bomba. Hiroshima permitiu que o mundo tomasse consciência do catastrófico poder de destruição das armas nucleares.
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Encontrei no youtube um vídeo de duração de 1h23min, que parece ser o longa-metragem. Não sei informar direito pois não assisti ainda. Está legendado em português.
Ah, e apenas lembrando que a pronúncia do nome “Gen” é [guen]. =)

[resenha] O Último Trem de Hiroshima

2 de maio de 2012 - quarta-feira - 23:16h   ¤   Categoria(s): Biografia, Literatura estrangeira, Resenhas

O Último Trem de HiroshimaTítulo: O Último Trem de Hiroshima
Título original: Last Train From Hiroshima
Autor: Charles Pellegrino
País: EUA
Ano: 2010
Editora: Leya
Páginas: 406
Sinopse: Usando uma combinação de documentos oficiais de época, depoimentos de japoneses que sobreviveram à bomba e de aviadores americanos, Charles Pellegrino reconstrói os dois dias em que armas nucleares foram detonadas no Japão e mudaram a história do mundo. Charles traz à tona os dias trágicos em Hiroshima e Nagasaki como ocorreram – para explicar por que ocorreram.
Compre: compare preços

Para os primeiros cientistas japoneses que se aventuraram nos hipocentros ainda radioativos de Hiroshima e Nagasaki – tentando entender o que ocorrera –, as mortes mais espantosas foram as mais rápidas. Em uma ponte situada no centro de Hiroshima, um homem ainda podia ser visto puxando um cavalo, embora tivesse cessado completamente de existir. Seus passos, os passos do cavalo, e os últimos passos das pessoas que estavam atravessando a ponte com ele em direção ao centro da cidade foram preservados na superfície da estrada, que ficou instantaneamente alvejada, como por obra de um novo método acidental de fotografia com flash.

Avaliação:
O livro tem como proposta contar o horror testemunhado pelos sobreviventes das bombas que atingiram as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945, e em especial, por alguns chamados “duplos sobreviventes”, que estiveram em Hiroshima e depois rumaram de trem para Nagasaki, e, desafiando as leis matemáticas da probabilidade, escaparam com vida das 2 bombas.
O que mais impressiona em “O Último Trem de Hiroshima” é a riqueza dos detalhes tão tristes, tão chocantes e por vezes tão revoltantes. O autor não nos poupa de descrições que chegam a ser macabras, como o caso do homem que teve seus pés arrancados pela agressividade da bomba e estava andando desesperado sobre suas tíbias, fazendo assim um som parecido com o de um sapateado. É mais ou menos com esta ausência de pudor que as destruições, as mortes, os ferimentos e as doenças causadas pelas bombas são trazidos até nós por Charles Pellegrino.
O livro também explica de forma bastante didática, mas um pouco cansativa, cada momento dos eventos da explosão, como o clarão, as cores das luzes vistas pelas vítimas, o estrondo, a emissão de radiação, a chuva negra, os redemoinhos e espirais de fogo. Além disso, é narrada também a parte referente à equipe composta por pilotos, engenheiros e cientistas que estiveram a bordo dos aviões que lançaram as 2 bombas.
Entretanto, o livro não deixa de tentar nos passar uma mensagem de amor e paz, vinda diretamente das palavras dos sobreviventes, pessoas que sofreram no corpo e na alma o literal inferno que o ser humano é capaz de criar, mas ainda assim (ou talvez exatamente por esta razão) encontraram bondade, esperança e perdão nos seus corações.
Será que é preciso cada um de nós chegarmos a este nível de sofrimento para conseguirmos entender a importância de se doar amor?

Com relação ao livro em si, achei muito interessantes as ilustrações contidas nele, com alguns mapas e desenhos. Na imagem abaixo, Hiroshima antes e depois da queda da bomba.
Um ponto que me incomodou um pouco foi a presença de diversos pequenos erros de desatenção, como nomes errados (p.ex. o sobrenome Ito escrito correto e também errado como “Ita” na mesma página) e até a troca das cidades, estando escrito Nagasaki quando na verdade estava-se falando de Hiroshima.

De qualquer forma, é um belo livro que me ensinou muito e me mostrou que não sabemos quase nada sobre esse triste capítulo da nossa História.
O Último Trem de HiroshimaOutras capas:
Como a maioria das capas era parecida com a brasileira, optei por mostrar somente as 2 diferentes (nem tanto) que encontrei.
O Último Trem de Hiroshima O Último Trem de Hiroshima

Este livro deveria ter sido lido como meta do mês de Abril do Desafio Realmente Desafiante. Por motivos pessoais, não consegui cumpri-la a tempo.

[dica] Cultura japonesa

11 de março de 2012 - domingo - 14:27h   ¤   Categoria(s): Dicas, Por temas

No dia 11 de março de 2011, o Japão foi atingido por um grande terremoto, seguido de um tsunami devastador e uma crise nuclear que virou motivo de preocupação no mundo inteiro.

Por ser descedente de japoneses, por me interessar pela cultura japonesa e, principalmente, por já ter visitado o país em 2009, não pude deixar de acompanhar com tristeza as notícias na época, e me é inevitável lembrar da data depois de 1 ano.
Kyoto - Kinkakuji

A minha homenagem no post de hoje é em forma de dicas de leitura para quem quer conhecer mais sobre esse povo e essa cultura tão misteriosa, intrigante, mas ao mesmo tempo tão encantadora para nós, ocidentais.

Como a lista é longa, optei por não colocar a sinopse, mas deixei o link para quem se interessar.

Os Japoneses O Japão: Dicionário e Civilização Minha Vida Como Gueixa Enciclopédia dos Samurais
Os Japoneses
Célia Sakurai
Sobre o livro
O Japão: Dicionário e Civilização
Louis Frederic
Sobre o livro
Minha Vida Como Gueixa
Mineko Iwasaki
Sobre o livro
Enciclopédia dos Samurais
Stephen Turnbull
Sobre o livro
       
O Último Trem de Hiroshima Um Nerd no Japão Nihonjin O Súdito
O Último Trem de Hiroshima
Charles Pellegrino
Sobre o livro
Um Nerd no Japão
Héctor García
Sobre o livro
Nihonjin
Oscar Nakasato
Sobre o livro
O Súdito
Jorge J. Okubaro
Sobre o livro
       
Musashi Tokyo Girls Tóquio Ano Zero Yakuza Moon: Mémorias da Filha de um Gângster
Musashi
Eiji Yoshikawa
Sobre o livro
Tokyo Girls
Izumi Evers, Patrick Macias
Sobre o livro
Tóquio Ano Zero
David Peace
Sobre o livro
Yakuza Moon: Mémorias da Filha de um Gângster
Shoko Tendo
Sobre o livro

Obs: Eu não recomendo o livro Memórias de uma Gueixa. Mineko Iwasaki, a gueixa mais famosa do Japão, foi entrevistada diversas vezes pelo autor deste livro, mas move um processo contra ele, pois o escritor não cumpriu o acordo de não revelar a sua identidade, além de o livro deturpar a realidade das gueixas e da cultura japonesa. Em resposta, Mineko Iwasaki escreveu sua própria biografia, com a ajuda de uma outra escritora, que é justamente o livro sugerido neste post, Minha Vida Como Gueixa.

Veja também:

[resenha] Um Nerd no Japão

16 de dezembro de 2011 - sexta-feira - 15:54h   ¤   Categoria(s): Almanaques, Literatura estrangeira, Resenhas

Um Nerd no JapãoTítulo: Um Nerd no Japão
Título original: Um Geek En Japón
Autor: Héctor García
País: Espanha
Ano: 2010
Editora: JBC
Tradutor: Bruno Aragaki
Páginas: 154
Sinopse: O autor – e apaixonado declarado pelo Japão – Héctor García conta as suas impressões do país, desde que desembarcou pela primeira vez no aeroporto de Narita, em 2004, para trabalhar na Asahi Kasei, empresa japonesa de tecnologia, desenvolvedora de sistemas de reconhecimento de voz. O resultado é um livro recheado de ilustrações, em cores, acompanhadas de descrições que seguem uma linha do tempo do Japão, começando pela tradição milenar, a origem do idioma e dos ideogramas, passando pelas filosofias xintoísta e budista até o Japão moderno, em que a cultura pop reina e ganha destaque mundial através dos animes e mangás. Além de decifrar alguns códigos de comportamento nipônico e sua cultura, que mescla tradição milenar e tecnologia avançada, ‘Um Nerd no Japão’ mostra o que há nos badalados bairros da capital Tóquio, os passeios culturais e os locais não muito divulgados mas, nem por isso, menos interessantes. Tudo acompanhado de fotos, mapas e indicações de acesso, além de dicas para aqueles que farão um tour pelo país pela primeira vez.
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Os valores estéticos dos japoneses são muito diferentes dos nossos. Pouco a pouco, a noção de beleza japonesa foi influenciando o restante do mundo. Por exemplo, o ukiyoe influenciou movimentos ocidentais importantes como o impressionismo e o fauvismo. Nomes de peso, como Frank Lloyd Wright, foram grandes fãs de ukiyoe. Mas não foi só essa vertente japonesa que fascinou o ocidente: gueixas, jardins japoneses, literatura, haikus, bonsais, mangás… o que tudo isso tem em comum? E por que essas coisas fazem tanto sucesso?
Você já percebeu que sentimos uma sensação parecida quando folheamos um livro japonês, descansamos num jardim zen, lemos alguns haikus ou comemos um bom sushi? Diria que são caminhos muito diferentes para atingir o mesmo estado mental.

Avaliação:
A primeira coisa que eu pensei quando abri o livro, ainda numa livraria, antes de comprá-lo, foi: “Nossa, que bonito! Parece ter sido feito com muito carinho!”. Sim, o livro é bem bonito, com muitas fotos, uma diagramação muito bem feita, e em papel brilhante, o que deixa as imagens ainda mais atraentes.
Folheando um pouco mais, ainda antes de comprar, percebi que parecia ser bastante completo e trazer muitas informações sobre a cultura japonesa, apesar de ter poucas páginas.
E agora, tendo lido, posso confirmar: o livro realmente é muito bom!

Trata-se de um overview cultural bastante abrangente, feito por um jovem nerd ocidental (engenheiro espanhol, nascido em 1981), fascinado pelo Japão, que imergiu no dia-a-dia da sociedade japonesa morando e trabalhando em Tokyo.
A impressão que seu livro passa é que ele captou muito bem alguns pontos essenciais da cultura japonesa, tão sutis, tão diferentes e tão difíceis de um ocidental compreender.

O livro aborda uma boa variedade de tópicos, falando sobre a história do Japão, artes e disciplina tradicionais, conceitos-chave, símbolos, cotidiano empresarial, sociedade, mangá, anime, música, cinema, TV etc.

Através dos capítulos, o autor não só explica a origem de alguns famosos elementos culturais como o mangá e o anime, como também desmistifica alguns aspectos que geram muita curiosidade como, por exemplo, por que os japoneses se suicidam tanto, por que as japonesas riem com a mão tampando a boca, por que é um país tão seguro, com gente tão honesta.

O autor também dá dicas de passeios por Tokyo e por outras cidades do Japão, mas é preciso frisar que é um livro sobre a cultura de um país, e não obrigatoriamente um guia de viagem, apesar de o seu conteúdo ser bastante valioso e aproveitável quando você estiver “perdido” no meio desse país de “gente exótica e estranha”, seja a turismo, seja a trabalho.

O livro é recomendável a qualquer público, desde os mais leigos em cultura japonesa até os mais aficionados conhecedores.
Particularmente, sendo eu descendente, gostei bastante porque não é o fato de você ter olhinhos puxados que haverá a garantia de que você saberá tudo sobre a cultura do país de onde seus avós vieram. Fiquei encantada por ter aprendido coisas que nem imaginava e que não poderia nunca esperar que meus ancestrais fossem me ensinar.

Não deixe de visitar também o blog do autor – www.kirainet.com –, considerado uma das referências sobre o Japão na web.
Um Nerd no Japão

Veja também:

[resenha] As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas

23 de setembro de 2011 - sexta-feira - 14:24h   ¤   Categoria(s): Infantojuvenil, Literatura estrangeira, Resenhas

As Histórias Preferidas das Crianças JaponesasTítulo: As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas – Livro 1
Título original: Japanese Children’s Favorite Stories – Book 1
Autor: Florence Sakade
País: Japão
Ano: 1958
Editora: JBC
Tradutores: Rodrigo Brasil e Izumi Nishiyama
Páginas: 107
Sinopse: Sucesso no Japão e nos Estados Unidos, ‘As histórias preferidas das crianças japonesas’ traz vinte dos mais belos e populares contos infantis japoneses de todos os tempos, ilustrados por um dos maiores desenhistas do Japão, Yoshisuke Kurosaki. A edição brasileira, em homenagem à maior comunidade nikkei fora do Japão, traz os textos em dois idiomas – português e japonês.
Comprar: Livraria Cultura Livraria Saraiva Livraria da Travessa

Quando estava começando seu trabalho, a velhinha ficou surpresa ao ver um grande pêssego flutuando rio abaixo. Era o maior pêssego que ela tinha visto em toda sua vida.

おばあさんが洗たくをはじめると、大きな桃がながれてきて、びっくりしました。こんな大きな桃は生まれてこのかた見たことがありません。

Avaliação:
Alguns dos contos, como o do Momotarō (na citação e na foto), eu já conhecia da época que era bem novinha e minha avó ou meu bisavô contavam para mim. Outros, eu tinha visto em algum livro de japonês quando estudava o idioma na infância. Mas muitos dos outros contos, eu não fazia nem ideia.

O livro é ótimo tanto para crianças quanto para adultos que têm interesse na cultura japonesa. As histórias são simples, curtas, bonitinhas e as ilustrações dão o toque final, tornando o livro encantador. O fato de trazer os textos em 2 idiomas é sensacional para quem está estudando japonês. Todos os kanjis têm furigana, então a leitura é tranquila para quem tem pelo menos o conhecimento básico de hiragana.

O Livro 2 tem a capa na cor verde, e traz outras 16 histórias.
As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas

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