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Sequência dos livros da Tess Gerritsen

5 de abril de 2013 - sexta-feira - 16:49h   ¤   Categoria(s): Dicas, Literatura estrangeira, Policial, Sequência de livros de autores, Suspense / Ação

Tess GerritsenAssim como o Harlan Coben, a autora Tess Gerritsen tem muitos livros lançados, alguns deles fazendo parte de uma série com os mesmos personagens e tendo sido lançados no Brasil em uma ordem quase aleatória, por editoras diferentes.
A intenção desse post é exatamente o mesmo que o do Harlan Coben: botar ordem na casa e ajudar a esclarecer os leitores. Neste caso, a coisa fica um pouco mais fácil porque as traduções dos títulos são mais amigáveis.
 
 
Série Rizzoli / Isles

TÍTULO ORIGINAL ANO
(EUA)
TÍTULO NO BRASIL ANO
(BRA)
EDITORA
The Surgeon 2001 O Cirurgião 2005 Record
The Apprentice 2002 O Dominador 2005 Record
The Sinner 2003 O Pecador 2006 Record
Body Double 2004 Dublê de Corpo 2007 Record
Vanish 2005 Desaparecidas 2008 Record
The Mephisto Club 2006 O Clube Mefisto 2010 Record
The Keepsake 2008 Relíquias 2012 Record
Ice Cold 2010 Gélido 2013 Record
The Silent Girl 2011 A garota silenciosa 2014 Record
Last To Die 2012 A última vítima 2014 Record
Die Again 2014 O Predador 2015 Record
I Know A Secret 2017 - - -

 
 
Série Thrillers médicos

TÍTULO ORIGINAL ANO
(EUA)
TÍTULO NO BRASIL ANO
(BRA)
EDITORA
Harvest 1996 - - -
Life Support 1997 Vida Assistida 2012 Record
Bloodstream 1998 Corrente Sanguínea 2011 Record
Gravity 1999 Gravidade 2009 Record
The Bone Garden 2007 O Jardim de Ossos 2009 Record
Girl Missing 2009 - - -

 
 
Série Romances de suspense

TÍTULO ORIGINAL ANO
(EUA)
TÍTULO NO BRASIL ANO
(BRA)
EDITORA
Call After Midnight 1987 Chamada à Meia-Noite - Record
Under the Knife 1990 O Fio do Bisturi 2016 HarperCollins
Never Say Die 1992 - - -
Whistleblower 1992 O Delator 2011 Harlequin
Presumed Guilty 1993 Supostamente Culpada 2011 Harlequin
Peggy Sue Got Murdered 1994 - - -
In Their Footsteps 1994 - - -
Thief of Hearts 1995 - - -
Keeper of the Bride 1996 Sabor de Perigo - Record

 
 
Livros standalone

TÍTULO ORIGINAL ANO
(EUA)
TÍTULO NO BRASIL ANO
(BRA)
EDITORA
Playing with Fire 2015 Valsa Maldita 2016 Record

 
 
Essa pesquisa foi feita juntando as seguintes fontes:
Wikipedia
Livraria Cultura
Site da Tess Gerritsen
Se souber de alguma informação incorreta ou faltante, por favor me fale!

Espero que tenha ajudado!

Veja também:

[resenha] Feios

31 de janeiro de 2013 - quinta-feira - 20:24h   ¤   Categoria(s): Desafios, Ficção Científica, Literatura estrangeira, Resenhas

FeiosTítulo: Feios
Título original: Uglies
Autor: Scott Westerfeld
País: EUA
Ano: 2005
Editora: Galera Record
Páginas: 415
Sinopse: Em uma sociedade futurística, todos os adolescentes esperam ansiosos o aniversário de 16 anos, pois então serão submetidos a uma inacreditável cirurgia plástica, que corrigirá todas as suas imperfeições físicas, transformando-os em perfeitos. Tally,porém, acaba se envolvendo em uma conspiração e descobrirá que, por trás de tanta perfeição, se esconde um terrível segredo.
Compre: compare preços

Tally viu um casal de perfeitos passar e sentiu algo que costumava sentir ao observar um rosto perfeito. [...] Havia algo mágico naqueles olhos grandes e perfeitos, algo que praticamente obrigava as pessoas a prestar atenção ao que diziam, a protegê-los dos perigos, a fazê-los felizes. Eles eram tão… perfeitos.

Avaliação:
O livro se passa numa época muito depois da queda dos Enferrujados, onde reciclagem e sustentabilidade são fenômenos naturais. A partir dos 16 anos, todos os seres humanos são submetidos a uma cirurgia complexa onde deixam de ser Feios e tornam-se Perfeitos. Olhos muito separados ou pequenos, pele com espinhas, gordura corporal de mais ou de menos e altura “inadequada” são somente alguns exemplos de imperfeições a ser corrigidas e todas as pessoas são enquadradas dentro do padrão de beleza. Tally Youngblood está prestes a completar 16 anos e não vê a hora de poder ficar perfeita, deixar Vila Feia, ir morar em Nova Perfeição e se divertir o quanto conseguir, pois é apenas isso que os jovens perfeitos devem fazer.
Entretanto, neste meio tempo, Tally conhece Shay, uma garota decidida a não fazer a operação. Ela conta à protagonista sobre a Fumaça, uma cidade onde moram as pessoas que optaram por não se tornar Perfeitos. Nos dias que antecedem a cirurgia de Tally, Shay foge de Vila Feia para encontrar a Fumaça.
O segredo por trás deste mundo de Perfeitos é o que Tally acabará por descobrir.

Achei bastante intrigante o conceito-base do livro, sobre a operação que padroniza a beleza das pessoas. A ideia que a sustenta faz bastante sentido e usa como justificativa justamente os valores e atitudes que encontramos no mundo atual. Mas o livro também apresenta os poréns desta nova forma de pensar através dos rebeldes que se recusam a se tornar Perfeitos e a fazer parte desta sociedade onde tudo parece funcionar milimetricamente. Um outro ponto que me causou bastante reflexão, mas que não foi muito exposto, foi a questão dos Enferrujados. Pelas descrições e críticas, com certeza se referem à nossa sociedade de hoje. Com nossa forma de exploração do único planeta que temos para viver, estaremos caminhando para a citada queda?
O enredo em si também prende bastante, o desenrolar da história consegue te fazer querer voar por cima do texto.

Apesar de eu ser “inflacionada” em termos de livros de distopia (pois os primeiros que eu li foram Admirável Mundo Novo e 1984 – e eu vou sempre falar disso a cada resenha de um livro do gênero), gostei bastante de Feios e estou me segurando para não ler tão já a continuação, que tenho aqui em casa.
Feios
Esta resenha faz parte da meta de janeiro do Projeto Variedade Literária. Se você leu algum livro do gênero correspondente ao mês, deixe o nome do livro nos comentários. Se fez resenha, coloque o link para eu poder ler. =)

[resenha] O Mito da Monogamia

28 de novembro de 2011 - segunda-feira - 15:04h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Psicologia, Resenhas

O Mito da MonogamiaTítulo: O Mito da Monogamia
Título original: The Myth Of Monogamy
Autor: David P. Barash e Judith Eve Lipton
País: EUA
Ano: 2002
Editora: Record
Tradutor: Ryta Vinagre
Páginas: 320
Sinopse: Neste livro, utilizando novas pesquisas sobre sexo no mundo animal, os cientistas David P. Barash e Judith Eve Lipton põem fim à idéia de que a monogamia surge naturalmente. Na verdade, os biólogos descobriram que, para quase toda espécie, trair é a regra – para ambos os sexos.
Compre: compare preços

”Em quase todos os mamíferos, inclusive na maioria dos primatas, não aparece a monogamia. Nem os cuidados masculinos com os jovens. Já as aves, embora nem de longe tão monógamas como se pensava antigamente, pelo menos tendem a esse sentido. (Podemos dizer o mesmo dos seres humanos.) E não apenas isso, mas a monogamia social – ao contrário da monogamia genética – tem uma forte correlação com o envolvimento dos pais e das mães na criação dos filhos, uma situação que é comum em aves e muito incomum entre mamíferos, a não ser pelo primata semelhante às aves, o Homo sapiens.

Avaliação:
Título chamativo, assunto polêmico.

Este livro, além de afirmar que a monogamia como a conhecemos praticamente não existe no Reino Animal, também redefine o seu conceito, abrindo-a em 2 tipos: a monogamia social e a genética.

A monogamia social ocorre quando um macho e uma fêmea formam um casal e se ocuparão, juntos, da criação, alimentação e proteção dos seus filhotes. Já a monogamia genética se refere aos casos em que o macho e a fêmea copularão somente um com o outro, dentro do casal que eles formam. Ou seja, na monogamia social, nem todos os filhotes deverão ser descendentes ao mesmo tempo do macho e da fêmea do casal, devido à prática de cópulas extrapar.

Dentre os mamíferos, inclusive os primatas não-humanos, a ocorrência de qualquer tipo de monogamia é algo bastante raro. Já entre as aves, que eram tidas pelos biólogos como o maior exemplo de monogamia entre os animais, são, na verdade, adeptas da monogamia social. Sendo assim, nós, seres humanos, pelo nosso “modus operandi” em relação à perpetuação da espécie, seríamos muito mais aparentados com as aves do que com nossos primos macacos.

De forma bastante didática e através de inúmeros exemplos, baseados em estudos e observações de diversos animais – mas principalmente aves –, os autores relatam e analisam as variações do comportamento reprodutivo tanto do ponto de vista dos machos quanto das fêmeas.

Com base nestas observações, chega-se à conclusão de que os seres humanos são naturalmente polígamos, tendo inclusive evidências morfológicas e fisiológicas para garantir tal afirmação. Mas talvez a questão principal não seja apenas o que a Biologia diz, e sim, por qual razão optamos por ser monogâmicos (ainda que sociais). Como e por que a monogamia surgiu? Apesar dos seus desvios, por que ela funciona na maioria das sociedades? Por que em alguns povos polígamos, a monogamia também ocorre? Por que as tentativas de se criar uma sociedade utópica baseada na poligamia fracassaram? Por que, no fim das contas, a monogamia pode valer a pena?

Eu realmente gostei muito desse livro e minhas expectativas não só foram atendidas com relação ao seu conteúdo, mas também com relação à forma como foi exposto. A linguagem acessível, o humor no tom certo, as discussões científicas ou filosóficas e a forma como a abordagem do tema faz com que pensamentos preconceituosos e equivocados caiam por terra, tudo isso tornou a leitura extremamente agradável.

Recomendadíssimo!
O Mito da Monogamia

Veja também:

[evento] Sessão de autógrafos – Eduardo Spohr

9 de outubro de 2011 - domingo - 21:24h   ¤   Categoria(s): Eventos, Literatura nacional

Hoje de tarde, dia 09/10, teve sessão de autógrafos do Eduardo Spohr em São Paulo. Foi na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na loja da Record.
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
A fila vinha da porta da loja, ia por todo o corredor, fazia um U e voltava pelo mesmo caminho. Eu estava bem na curva onde ela retornava.
Autógrafos Eduardo Spohr
Vitrine da loja
Autógrafos Eduardo Spohr
Fila já dentro da loja
Autógrafos Eduardo Spohr
Eduardo Spohr
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
Quando estava quase chegando a minha vez, eu percebi que as pessoas batiam um papinho rápido com o Eduardo Spohr enquanto ele autografava. E eu não sabia nem o que falar, hahaha!! Só comentei que havia resenhado A Batalha do Apocalipse aqui no blog.
Ele perguntou qual o nome do blog, pra eu mandar o link, e eu disse que mandava por Twitter pra ele ler.
Achei ele muito simpático, porque ele comentou “Ah, cê tem Twitter?” e, quando eu respondi que ele até já tinha me dado alguns replies, ele ficou olhando pra minha cara pra ver se lembrava de mim, rs.
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
Quando eu saí da loja, ainda havia bastante gente…
Autógrafos Eduardo Spohr
E por fim, os 2 livros autografados:
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
Adorei ter ido lá!! =)

p.s.: obrigada ao moço que estava na minha frente na fila, que tirou as fotos em que eu apareço.

Veja também:

[resenha] O Cirurgião

24 de julho de 2011 - domingo - 22:15h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Policial, Resenhas, Suspense / Ação

O CirurgiãoTítulo: O Cirurgião
Título original: The Surgeon
Autor: Tess Gerritsen
País: EUA
Ano: 2001
Editora: Record
Tradutor: Sylvio Gonçalves
Páginas: 379
Sinopse: Catherine Cordell é uma cirurgiã cardíaca, cuja auto-estima não consegue afastar medos e demônios pessoais que a perseguem há algum tempo. Anos atrás, na Geórgia, Catherine foi a única sobrevivente da obsessão de um serial killer cruel e impiedoso. Apenas a certeza de que ele está morto permite que suas noites de sono sejam tranqüilas em seu novo lar, na cidade de Boston. Contudo, quando três mulheres aparecem mortas e os métodos usados pelo assassino conferem com o ataque sofrido pela médica no passado, ela parece ser a única pessoa capaz de identificá-lo.
Compre: compare preços

Os cabelos negros da mulher, endurecidos com sangue, projetavam-se como pêlos de porco-espinho de um rosto da cor do mármore raiado em azul. [...] Havia dois ferimentos visíveis. Um era um talho profundo na garganta [...]. O golpe de misericórdia. O segundo talho era mais embaixo, no abdômen. Este ferimento não fora feito para matar; servira a um propósito completamente diferente.

Avaliação:
Um serial killer habilidoso que extrai cirurgicamente o útero de suas vítimas antes de assassiná-las. Uma cirurgiã, sobrevivente do mesmo crime, ocorrido há 2 anos, que pensava tê-lo matado na ocasião, em legítima defesa. Uma policial feminina, a única mulher na equipe de investigação, tentando provar seu valor entre seus colegas homens. Estes são os elementos principais que compõem este tenso thriller médico, cheio de sangue e de descrições detalhadas de arrepiar.
Desta maneira, o livro prende a atenção, como era de se esperar, não só por ser um ótimo suspense policial, mas também pelo tema em si e pela perfeita forma como a história é estruturada e contada.

Apenas um ponto adicional, que não pude deixar de notar, é a questão da feminilidade e do feminismo, muito presentes ao longo do livro. O assassino retirando das vítimas o órgão que simboliza e define o “ato” de ser mulher, a ocorrência de estupros, a personagem principal ser uma médica de sucesso e a luta contra o machismo acabaram chamando um pouco a atenção, apesar de não desviarem o objetivo da história. Cito apenas como algo a se refletir.
O Cirurgião

Veja também: