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[evento] Sessão de autógrafos – Eduardo Spohr

9 de outubro de 2011 - domingo - 21:24h   ¤   Categoria(s): Eventos, Literatura nacional

Hoje de tarde, dia 09/10, teve sessão de autógrafos do Eduardo Spohr em São Paulo. Foi na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na loja da Record.
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
A fila vinha da porta da loja, ia por todo o corredor, fazia um U e voltava pelo mesmo caminho. Eu estava bem na curva onde ela retornava.
Autógrafos Eduardo Spohr
Vitrine da loja
Autógrafos Eduardo Spohr
Fila já dentro da loja
Autógrafos Eduardo Spohr
Eduardo Spohr
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
Quando estava quase chegando a minha vez, eu percebi que as pessoas batiam um papinho rápido com o Eduardo Spohr enquanto ele autografava. E eu não sabia nem o que falar, hahaha!! Só comentei que havia resenhado A Batalha do Apocalipse aqui no blog.
Ele perguntou qual o nome do blog, pra eu mandar o link, e eu disse que mandava por Twitter pra ele ler.
Achei ele muito simpático, porque ele comentou “Ah, cê tem Twitter?” e, quando eu respondi que ele até já tinha me dado alguns replies, ele ficou olhando pra minha cara pra ver se lembrava de mim, rs.
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
Quando eu saí da loja, ainda havia bastante gente…
Autógrafos Eduardo Spohr
E por fim, os 2 livros autografados:
Autógrafos Eduardo Spohr Autógrafos Eduardo Spohr
Adorei ter ido lá!! =)

p.s.: obrigada ao moço que estava na minha frente na fila, que tirou as fotos em que eu apareço.

Veja também:

[resenha] A Batalha do Apocalipse

28 de setembro de 2011 - quarta-feira - 17:22h   ¤   Categoria(s): Aventura / Fantasia, Literatura nacional, Resenhas

A Batalha do ApocalipseTítulo: A Batalha do Apocalipse
Autor: Eduardo Spohr
País: Brasil
Ano: 2010
Editora: Verus
Páginas: 586
Sinopse: “Não há na literatura em língua portuguesa conhecida nada que se pareça com A Batalha do Apocalipse.” – José Louzeiro, escritor e roteirista

Há muitos e muitos anos, tantos quanto o número de estrelas no céu, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o Dia do Juízo Final.

Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, Ablon, o líder dos renegados, é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro da humanidade.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana – é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, repleto de lutas heroicas, magia, romance e suspense
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Houve um tempo, muito anterior à aurora do universo, em que o infinito estava dividido em duas províncias, a província das trevas e a província da luz. A escuridão era então governada por uma divindade hedionda, Tehom, a deusa do caos. Essa monstruosidade cósmica era assistida por diversos deuses menores., entre eles Behemot, o Horrendo, com sua lâmina negra, e controlava a maior parte do extenso vazio. Seu opositor era o deus da luz, o resplandecente Yahweh. Em determinada ocasião, Yahweh e Tehom entraram em guerra.

Avaliação:
O título é sedutor, a capa é linda e sombria.
A frase-depoimento na contracapa – “Não há na literatura em língua portuguesa conhecida nada que se pareça com A Batalha do Apocalipse.” – é instigante e prova-se depois como sendo sensata, pois fala de um livro grandioso que corresponde às expectativas de um tema ambicioso.

A história conta a saga do herói Ablon, um anjo que foi expulso do plano celestial e condenado a viver entre os humanos. Mas além dos anjos, fala de Deus, do céu e do inferno, e onde nós estamos no meio de tudo isso. Tem como eixo central o Apocalipse, mas descreve breve e poeticamente a Criação e os tempos iniciais do Universo. Cita Jesus, espíritos ancestrais, entidades da natureza e define a função da alma. Aborda tudo que possa ser religioso, mas em nenhum momento você sente que o livro fala de religião.

As aventuras de Ablon também têm como pano de fundo diversos lugares do mundo, em diversos momentos da nossa História. As descrições dos locais juntamente com o desenrolar da cenas são de encher os olhos e fazer trabalhar a imaginação.

Conforme o tutorial de leitura do próprio Eduardo Spohr orienta, não é um livro para se ler com pressa, de forma atropelada, como se fosse um suspense onde você quer saber logo quem é o assassino. Mas eu também não recomendaria a leitura esporádica ou simultânea com outro livro. Uma coisa que chama bastante atenção na estrutura da história são os inúmeros flashbacks. Ficar uma semana sem ler é quase uma garantia de que você não irá se lembrar de onde estava ou quem era quem.

Nas últimas páginas, após acompanhar todo o caminho percorrido por Ablon, quando eu tinha a certeza de que o final da história seria previsível, o autor me mostrou que eu estava errada, finalizando não só de forma inesperada, mas acrescentando “algo” a mais. E eu fechei o livro com uma sensação de não conseguir nem saber o que perguntar.
Se você já leu e, assim como eu, ficou com a mesma cara de “acho que deixei cair uma peça no meio da estrada”, um outro post do Eduardo Spohr talvez ajude. Rs…
A Batalha do Apocalipse

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