Tag: ‘Jostein Gaarder’

[dica] A Garota das Laranjas – Jostein Gaarder

13 de fevereiro de 2012 - segunda-feira - 20:43h   ¤   Categoria(s): Dicas, Infantojuvenil, Literatura estrangeira

Em 2005, Jostein Gaarder veio para o Brasil para o lançamento do seu livro “A Garota das Laranjas”. Eu nunca fui de ficar indo em sessões de autógrafos de autores, e só tinha lido “O Mundo de Sofia” até então, mas não sei por que cargas d’água, lá fui eu na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos pegar autógrafo do escritor norueguês.

As fotos estão pequenas pois editei-as para um outro blog meu, na época, e não sei onde coloquei os arquivos originais.
Jostein Gaarder Jostein Gaarder Jostein Gaarder Jostein Gaarder
A Garota das LaranjasTítulo: A Garota das Laranjas
Autor: Jostein Gaarder
Páginas: 132
Editora: Companhia das Letras
Neste livro de Jostein Gaarder, uma carta que ficou guardada por muito tempo revela ao adolescente Georg uma história extraordinária. O autor da carta é o pai do menino, morto há onze anos. Ele escreveu esta longa mensagem de despedida para que o garoto pudesse ler quando estivesse mais maduro. A história contada pelo pai é do tempo em que era um jovem estudante de medicina e de sua busca por uma moça desconhecida, que ele vê por acaso nas ruas de Oslo, sempre carregando um saco cheio de laranjas. Apaixonado, o rapaz persegue os diversos mistérios que cercam os seus encontros fugidios com a garota das laranjas, numa aventura que culmina numa grande revelação.

 
Recomendo muito a vocês este livro! Tem uma história linda e emocionante! Só não empresto porque meu exemplar é autografado, rsrs. ^_~ #exibida

Veja também:

[dica] Natal

20 de dezembro de 2011 - terça-feira - 13:17h   ¤   Categoria(s): Dicas, Por temas

Natal
Que tal ler um livro onde o Natal é o tema ou o pano de fundo?

As sugestões abaixo são bastante variadas, inclusive algumas histórias são meio tristes, rs.

Um Conto de NatalUm Conto de Natal – Charles Dickens
‘Um conto de natal’ tem como protagonista Ebenezer Scrooge, um pão-duro, proprietário de uma casa de contabilidade e empregador do pobre Bob Cratchit, seu escriturário. Scrooge evita fazer quaisquer gastos, tanto que no inverno, à época do Natal, o escritório é aquecido apenas por uma pequena lareira. Para Scrooge, isso não é um problema, uma vez que a sua frieza interior é constante, e o conforto de outras pessoas para ele não é importante. Na véspera de Natal, Scrooge, sozinho e renegando qualquer companhia, recebe a visita do espírito de seu sócio, Jacob Marley, que lhe confidencia que um destino igual ao dele estará reservado a Scrooge, se o mesmo não se redimir de seu comportamento. Para tal, três fantasmas virão lhe visitar e trarão a oportunidade para que ele reflita sobre sua condição e através da mudança de hábitos limpar sua consciência.

O Natal de Charlie BrownO Natal de Charlie Brown – Charles M. Schulz
A melhor época do ano está chegando – é Natal. As famílias estão enfeitando suas árvores, comprando presentes e combinando onde vão passar essa noite tão especial. Mas para Charlie Brown, o espírito natalino já não é mais o mesmo, e a festa se tornou um grande evento comercial. A turma de Charlie Brown quer animar o amigo, mas não há nada que faça para mudar sua opinião. É aí que uma arvorezinha miúda e sem folhas entra em cena, para revelar o verdadeiro significado do Natal.
Vídeo do youtube da L&PM

O Natal de PoirotO Natal de Poirot – Agatha Christie
Simeon, o patriarca dos Lee, resolve convidar todos os filhos para comemorar o Natal na luxuosa mansão da família. É hora de eles deixarem os ressentimentos de lado e visitarem o velho pai. Mas, aparentemente, as intenções de Simeon não são nobres. Ele quer se divertir às custas do ganancioso grupo de familiares. Tudo começa com algumas alterações em seu testamento… e termina com um assassinato em um quarto trancado por dentro. Quando Hercule Poirot oferece ajuda para solucionar o caso, encontra uma atmosfera que não é de luto, mas de suspeitas mútuas.

Então é NatalEntão é Natal… Uma Antologia – João Leonel (organizador)
A obra pretende preparar o leitor para a celebração do Natal através de uma perspectiva literária. Os textos foram escritos por diversos autores, a maioria professores universitários da área de Letras. Os textos são curtos, numa mistura de gêneros que vai da crônica ao conto, das reminiscências à poesia. Permeando os contos, está o chamado aos encontros familiares, à reflexão, à emoção que a data propicia. Os autores dialogam com nomes da literatura, como Machado de Assis, Drummond, Murilo Mendes, Mário de Andrade, Calvino, Fernando Pessoa, entre outros.

Natal MortalNatal Mortal – Nora Roberts
Neste romance, a policial Eve Dallas, fiel devota da lei e da justiça, depara-se com mais um misterioso caso para solucionar. ‘Natal Mortal’ apresneta uma história de homicídio ambientada em uma Nova York do ano de 2058. Em meio às festividades de Natal, um criminoso está à solta, fantasiado de Papai Noel. Será que o presente recebido pela primeira vítima do bom velhinho e a referência à canção ‘Os Doze Natais’ significam que foi apenas o primeiro de muitos assassinatos? Ou teria sido um crime passional?

Mistério de NatalMistério de Natal – Jostein Gaarder
Durante os 24 dias anteriores à noite de Natal, o menino Joaquim acompanha um grupo de peregrinos que voltam no tempo para chegar à cidade de Belém, onde vão homenagear um menino recém-nascido. Fazem muitas paradas, todas com um significado especial. Na cidade de Mira, por exemplo, nasceu o bispo Nicolau, o primeiro Papai Noel da história, e foi em Antióquia, na Síria, que se usou pela primeira vez a palavra cristão. Terminada a viagem, Joaquim tem o coração tomado de amor fraterno e está convencido de que o Natal é a festa de aniversário mais bonita do mundo.

Esquecer o Natal – John Grisham
‘Esquecer o Natal’ conta a história de Nora e Luther Krunk, que planejam fazer um cruzeiro pelo Caribe para fugir do Natal. Escândalo e pasmo gerais, pois moram num bairro chique, onde todo mundo festeja o Natal com todo o brilho que tem a maior festa cristã. Só que, na véspera do embarque, sua filha volta do Peru, impossibilitando o cruzeiro. Em poucas horas, os Krunk são obrigados a improvisar uma festa que exigiria semanas e até meses de preparo. O atropelo é tão grande que o desastrado Luther sobe ao telhado para colocar um homem de neve – feito de plástico – junto à chaminé e acaba caindo lá de cima, sendo salvo por um fio elétrico enrolado ao seu pé. É aí que os vizinhos, que antes zombavam dos Krunk e suas trapalhadas, entram com a amizade e a solidariedade.

Qual te apeteceu? =)

Veja também:

[resenha] O Dia do Curinga

26 de outubro de 2011 - quarta-feira - 17:10h   ¤   Categoria(s): Aventura / Fantasia, Literatura estrangeira, Resenhas

O Dia do CuringaTítulo: O Dia do Curinga
Título original: Kabalmysteriet
Autor: Jostein Gaarder
País: Noruega
Ano: 1995
Editora: Companhia das Letras
Tradutor: João Azenha Jr.
Páginas: 378
Sinopse: ‘Você já pensou que num baralho existem muitas cartas de copas e de ouros, outras tantas de espadas e de paus, mas que existe apenas um curinga?’, pergunta à sua mãe certa vez a jovem protagonista de O mundo de Sofia. Esse é o ponto de partida deste outro livro de Jostein Gaarder, a história de um garoto chamado Hans-Thomas e seu pai, que cruzam a Europa, da Noruega à Grécia, à procura da mulher que os deixou oito anos antes. No meio da viagem, um livro misterioso desencadeia uma narrativa paralela, em que mitos gregos, maldições de família, náufragos e cartas de baralho que ganham vida transformam a viagem de Hans-Thomas numa autêntica iniciação à busca do conhecimento – ou à filosofia.
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Você sabe o que sua avó me disse um dia? Ela disse ter lido na Bíblia que Deus está lá no céu e ri das pessoas que não acreditam nele. [...] Se há um Deus, que nos criou, então de uma certa forma somos “artificiais” aos seus olhos. [...]Se nós fôssemos capazes de criar um ser artificial, Hans-Thomas, nós também iríamos rachar o bico de rir se esse ser artificial saísse por aí falando um monte de bobagens sobre os índices da bolsa de valores ou sobre corridas de cavalos, por exemplo, sem perguntar a coisa mais simples e importante de todas: “De onde é que eu vim?”.

Avaliação:
Ao mesmo tempo em que conta a história da viagem de Hans-Thomas com seu pai, da Noruega à Grécia em busca de sua mãe/esposa, “O Dia do Curinga” conta uma outra história, contida em um livro que Hans-Thomas ganha de forma misteriosa no caminho da viagem.
É através dessas divertidas histórias dentro de histórias que o autor transmite sua mensagem, de forma homeopática e, por pouco, imperceptível.

Não me sinto muito à vontade para contar diretamente qual é essa mensagem, ou melhor, essa “luz nos olhos”, que Jostein Gaarder deseja jogar na gente, uma vez que a própria leitura do livro faz parte do processo. O que eu posso dizer é que um curinga dentro de um baralho é como se fosse alguém diferente, que se destaca e consegue enxergar coisas que “cartas comuns” deixam de ver, por viver seu dia-a-dia de forma automática e inquestionável. O trecho que eu coloquei na citação acima também dá uma boa dica do que o livro se trata. E apesar de parecer, não há uma intenção de cunho religioso, mas sim de algo muito maior.

O fato de haver histórias de histórias dentro de mais histórias pode confundir um pouco o leitor com os diversos personagens, mas ainda assim, a leitura é fluida e você nem percebe que está aprendendo enquanto se distrai.

Antes mesmo de o livro chegar ao fim, você já vai desejar lê-lo de novo.
O Dia do Curinga

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