Tag: ‘relacionamento’

[resenha] Apegados

30 de junho de 2013 - domingo - 18:35h   ¤   Categoria(s): Autoajuda, Desafios, Resenhas

ApegadosTítulo: Apegados
Título original: Attached
Autores: Amir Lavine e Rachel S. F. Heeler
País: EUA
Ano: 2010
Editora: Novo Conceito
Páginas: 303
Sinopse: Cada vez mais fazemos uso da pesquisa científica para conquistar melhor qualidade de vida. Sabemos o que devemos ou não comer, conhecemos o tipo de exercício que devemos praticar e por quanto tempo devemos fazê-lo, aprendemos alternativas viáveis para conquistar o sono revigorante… No entanto, nossos relacionamentos amorosos, parte importante de nossa vida, não parecem tão avaliados e estudados. Geralmente temos a sensação de que essa coisa de amor é um assunto da sorte. Mas será possível que a ciência explique por que algumas relações são produtivas e enriquecedoras, enquanto outras nos deixam perturbados e alienados? Pode a ciência explicar como muitos criam vínculos amáveis sem esforço algum, enquanto outros têm que lutar tanto pelo amor? Para o psiquiatra Amir Levine e a psicóloga Rachel Heller, a resposta é um evidente ‘sim’. Em ‘Apegados’ – livro baseado nas pesquisas da Teoria do Apego, de John Bowlby -, os autores revelam como compreender os mecanismos de afeição que se criam entre os adultos, o que certamente nos ajudará a encontrar e a manter o amor.
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Nossa necessidade de ter alguém com quem compartilhar a nossa vida faz parte de nossa constituição genética, e não tem nada a ver com o quanto amamos a nós mesmos ou com o quanto nos sentimos realizados individualmente. [...] O que se provou, por meio da evolução, como sendo uma forte vantagem para a sobrevivência foi a possibilidade de um casal humano tornar-se uma unidade fisiológica.

Avaliação:
Apegados é um livro ligeiramente diferente dos outros autoajuda que costumam estar nas prateleiras das livrarias, mas nem tanto.

Com base na Teoria do Apego, o livro diz que você pode ser classificado como ansioso, seguro ou evitante conforme a sua forma de lidar com seu parceiro nos relacionamentos amorosos.
Citando diversos casos e exemplos (não sei se fictícios ou não), Apegados mostra quais os comportamentos típicos de cada um dos 3 estilos de apego, que motivações estão por trás de cada atitude, que dificuldades podem surgir de acordo com a combinação entre pessoas de diferentes estilos e como lidar com tudo isso. A grande diferença deste livro em relação aos outros bons títulos do gênero é que ele não divide os comportamentos das pessoas por sexo. Além disso, também não afirma que esse ou aquele comportamento são errados. O leitor não é estimulado a mudar seu jeito de ser.
O que faz Apegados ser “mais um livro de autoajuda” é que, à primeira vista, ele parece querer solucionar a sua vida amorosa de forma mágica, principalmente quando o pegamos na livraria e olhamos para o subtítulo na capa. Esse ponto é onde muitos autoajuda pecam e afastam potenciais leitores. A verdade é que Apegados, assim como seus bons semelhantes, não é assim. Não traz uma solução mágica. O que ele oferece são esclarecimentos baseados em uma pesquisa científica e conselhos de caminhos que o leitor pode seguir para tornar a sua vida menos incompreensível.

Talvez esse livro seja bastante útil para pessoas que passaram por muito sofrimento nos relacionamentos anteriores e estão com dificuldade de entender por que não conseguem estar com uma pessoa de forma tranquila. Também é ótimo para aqueles que estão em um relacionamento conturbado, mas que não têm possibilidade ou desejo de terminá-lo (por qualquer que seja o motivo), e preferem, sim, melhorá-lo.

Esta resenha faz parte da meta de junho do Projeto Variedade Literária.
Apegados

Projeto: Variedade Literária – junho

19 de junho de 2013 - quarta-feira - 09:17h   ¤   Categoria(s): Autoajuda, Desafios

Projeto: Variedade Literária

Post atrasado, mais uma vez, lalala… ♫
A meta do mês de junho do Projeto: Variedade Literária é o que me faz ir na direção contrária à da maioria das pessoas. Ou não.

Autoajuda
Eu tenho muito o que falar sobre livros de autoajuda. Mas não vou falar. Porque quem gosta, gosta, e consegue imaginar o que eu escreveria aqui. Já quem não gosta… bem… não é com um textinho de blog que vai ser convencido do contrário.
Mas se você está em cima do muro, com vontade de conhecer, seja muito bem-vindo! ♥ Tenho ótimas sugestões aí abaixo. =) E se quiser saber as minhas razões pra gostar de autoajuda, me escreva! Terei prazer em responder!

Sugestões
Alguns desses eu li. Outros, eu leria com certeza. Uns são leves e divertidos. Outros, além de divertidos, mudaram totalmente a visão que eu tinha de determinado assunto.

       
       

O que eu vou ler é Apegados.

Para quem quiser ver a lista inteira dos gêneros por mês e as sugestões para cada mês que já passou, o post inicial do Projeto está aqui.

[resenha] Melancia

28 de dezembro de 2012 - sexta-feira - 15:41h   ¤   Categoria(s): Literatura estrangeira, Resenhas, Romance

MelanciaTítulo: Melancia
Título original: Watermelon
Autor: Marian Keyes
País: Irlanda
Ano: 1996
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 489
Sinopse: Com 29 anos, uma filha recém-nascida e um marido que acabou de confessar um caso de mais de seis meses com a vizinha também casada, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais da gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal. Nada tendo em vista que a anime, Claire volta a morar com sua excêntrica família – duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, e a outra, uma demolidora de corações; a mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha; e o pai, à beira de um ataque de nervos. Após passar alguns dias em depressão, bebendo e chorando, Claire decide avaliar os prós e contras de um casamento de três anos. É justamente nessa hora que James, seu ex-marido, reaparece. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa.
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Mas, há muito tempo, antes de ter minha filha, pensei que seria lícito que meu antigo corpo me fosse devolvido, depois de emprestá-lo por nove meses. Sabia que já não seria capaz de chamar minha alma de minha, agora que era mãe. Mas tinha uma leve esperança de que ainda poderia chamar meus seios de meus. E estou envergonhada de dizer que tinha medo que, se amamentasse, seria vítima da síndrome do “seio encolhido, achatado, caído”.

Avaliação:
Eu preciso começar esta resenha contando para vocês que Melancia foi o único livro, em muitos anos, que conseguiu me fazer ficar acordada até de madrugada lendo. Para vocês entenderem a gravidade da situação, eu sou do tipo de pessoa que capota em qualquer lugar ao abrir um livro para ler. Metrô é meu point preferido. Outro agravante é o fato de que chick-lit é um gênero que nunca me atiçou a curiosidade. Maaaas, sim, eu devorei Melancia! E amei!!! Pois é… trocadilho.

O começo da história é chocante. Claire acabou de dar à luz sua filha e mal tinha acabado de acordar no quarto da maternidade, quando seu marido, James, anuncia que vai deixá-la, pois está há 6 meses tendo um caso com a vizinha do andar de baixo. Como se não bastasse, ela também é casada e eles vão morar juntos em um outro apartamento. Ele lamenta, pede desculpas, mas gira em torno dos seus calcanhares e simplesmente sai do quarto, indo embora.
Dali a 2 dias, com o bebê, que ainda não tinha nem ganhado um nome, Claire sai de Londres, onde estava morando, e pega um avião para voltar à casa dos pais, na sua cidade natal, Dublin, Irlanda.

A história é narrada em 1ª pessoa, sendo assim, testemunhamos bem de perto – ou dentro da mente de Claire, pra falar a verdade – toda a sua saga pós-abandono. Conhecemos sua família, que é excêntrica como qualquer outra, quando vista de fora. Ficamos ao lado da protagonista durante o seu período de quase-depressão. Sentimos as mesmas neuras, preocupações e amor incondicional decorrentes do ato de ser mãe. E continuamos a acompanhar o desenrolar do seu dia-a-dia, até que eventos interessantes acontecem: Claire conhece Adam – aproximadamente 5 anos mais novo, alto, atlético, absolutamente lindo –, que na verdade é amigo de faculdade da sua irmã mais nova e, do nada, James resolve aparecer em Dublin para “conversar”.

Talvez eu tenha gostado tanto de Melancia não exatamente pelo tema ou pela história. Se formos analisá-la bem friamente, veremos que não tem nada de tão diferente, exceto pela triste e inusitada situação do abandono. O que eu achei que o livro realmente tem de bom é o modo como a autora nos conta a história através da protagonista. O texto é leve, fluido e prende o leitor de um modo que você se apega e sente um enorme prazer em acompanhar tão de perto a vida de Claire. E, no final, quando tudo acaba, vem aquela necessidade desesperada de saber o que aconteceu depois, seguida de uma grande frustração e sensação de vazio ao entender que não há uma continuação desde livro.

Melancia foi o último livro do Desafio Realmente Desafiante. A meta do mês de dezembro era ler um livro que você ganhou de presente. Eu o ganhei em 2006, de um amigo muito querido, e demorei todo esse tempo para ler porque, bem, vocês sabem como é a fila, né…
Melancia

[resenha] O Que os Homens Dizem, O Que as Mulheres Ouvem

21 de dezembro de 2012 - sexta-feira - 09:54h   ¤   Categoria(s): Autoajuda, Resenhas

O Que os Homens Dizem, O Que as Mulheres OuvemTítulo: O Que os Homens Dizem, O Que as Mulheres Ouvem
Título original: What Men Say, What Women Hear
Autor: Linda Papadopoulos
País: Canadá
Ano: 2009
Editora: Academia de Inteligência
Páginas: 211
Sinopse: Os homens vivem dizendo que as mulheres são complicadas. Mas e elas? Conseguem entendê-los? Em ‘O que os homens dizem, o que as mulheres ouvem’, Linda Papadopoulos lida com o abismo que existe na comunicação entre homens e mulheres e que pode complicar ou até mesmo arruinar o primeiro encontro, a primeira vez ou o sonho de viverem felizes para sempre. Aplicando técnicas clínicas a exemplos divertidos – e tão familiares -, a respeitada psicóloga ajuda as leitoras a controlar a ansiedade e reavaliar o que pensam sobre si mesmas. Mais que isso, ela decifra o que e como pensam os homens.
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Ele diz: “Esse vestido ficou ótimo! Vamos comprá-lo!”
Você ouve: “Você é mesmo muito bonita. Sinto que estamos muito próximos um do outro.”
Ele quis dizer: “Pelo amor de Deus, os oitos últimos vestidos pretos que você experimentou são idênticos! Compre logo um, para que a gente possa chegar em casa a tempo de eu ver o jogo!”

Avaliação:
Este livro trata de um assunto bastante comum na vida dos casais heterossexuais, que é o problema do abismo na comunicação entre as partes. Ela pode ocorrer em diversos estágios de um relacionamento: no primeiro encontro, no estabelecimento de um compromisso, na ocasião de conhecer os “sogros”, na decisão de morar junto, no casamento e inclusive na possível traição.

Parte da teoria é um pouco de “mais do mesmo”. Como eu já li diversos livros de autoajuda, meio que cansei de ouvir que homens raciocinam de forma diferente das mulheres. Mas este livro também traz alguns conceitos que achei bastante interessantes, como o fato de que aquilo que você interpreta na fala do outro é, na maioria das vezes, baseado em experiências anteriores e valores fortemente arraigados no seu inconsciente. Parece óbvio chegar a esse tipo de conclusão, mas as pessoas não têm consciência disso no exato momento em que estão entendendo tudo errado e se magoando (ou iniciando uma discussão) por simples problema de interpretação.
Em cada um dos estágios abordados, o livro dá inúmeros exemplos de diálogos típicos, onde um fala uma coisa e o outro entende de uma forma totalmente equivocada. A autora passa um raio-x nesses diálogos e mostra, com as dicas baseadas nos conceitos trazidos, como evitar que seus medos, traumas e crenças possam gerar tempestade em copo d’água a partir de um simples e inocente comentário.

Na minha opinião, acho que o livro é mais recomendado para quem não tem o costume de ler muito autoajuda. Quem lê o gênero com uma certa frequência poderia achar que não acrescentou muito conhecimento. E quem realmente curte ler sobre relacionamentos (que é o meu caso) vai achar que saber um pouco mais nunca é demais.
Mas se você é uma das partes de um casal que se desentende facilmente, este livro irá esclarecer boa parte do que acontece quando você e seu parceiro não gostam do que ouvem um do outro.
O Que os Homens Dizem, O Que as Mulheres Ouvem

Palavra no título #07: “namorado(a)”

12 de junho de 2012 - terça-feira - 14:56h   ¤   Categoria(s): Dicas

Ah, 12 de junho! Dia dos Namorados ♥!! Muito amor pra todos, sejam solteiros ou casais! E no blog, algumas dicas de livros contendo no título a palavra namorado ou namorada !

Dia dos Namorados

 
Guia Prático para um Namorado PerfeitoTítulo: Guia Prático para um Namorado Perfeito
Autor: Felicity Huffman; Patricia Wolff
Editora: Gente
Páginas: 224
Sinopse: O ‘Guia prático para um namorado perfeito’ vai mostrar a você, homem, tudo o que de fato precisa fazer para se dar bem na aventura de ser, ou pelo menos parecer, o tipo perfeito tão desejado pelas mulheres. E para você, mulher, ele será um grande auxiliar na arte de entender os homens e de aproximar aquele ‘machão’ daquilo que você deseja. É uma oportunidade incomparável para ajudar seu homem a tornar-se o namorado perfeito.

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Quem Mexeu no Meu Namorado - AudiolivroTítulo: Quem Mexeu no Meu Namorado? (audiolivro)
Autor: Antonio Sergio
Editora: AudioLivro
Duração: 3 horas
Sinopse: Alessandra, uma jovem que leva sua vida como muitas outras de sua idade, namora Fábio e dedica a maior parte da sua vida a ele.
O relacionamento começa a esfriar, ao mesmo tempo em que o namorado começa a maltratá-la. Assim, Alessandra descobre, de forma dramática, que está sendo traída. Ela se desespera e, sem avaliar as conseqüências, tenta dar fim à própria vida…
Esta situação é muito mais comum do que podemos imaginar, nos dias de hoje, e serve de cenário para refletirmos sobre diversos aspectos que envolvem o relacionamento homem e mulher.
Ciúme, paixão, traição, sexo, comunicação e outros assuntos que permeiam o dia-a-dia na vida a dois e podem ser decisivos na construção de um relacionamento sólido e feliz são abordados, neste audiolivro, por meio de toques para se viver melhor com o sexo oposto.
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Procura-se um Namorado - Última ChamadaTítulo: Procura-se um Namorado – Última Chamada
Autor: Melissa Senate
Editora: Harlequin Books
Páginas: 384
Sinopse: Jane está procurando pelo homem de sua vida. Mas ela não pode escolher demais… Afinal, faz dois anos que está sem namorado. E é chegada a hora do acerto de contas. Por isso, ela concorda em marcar cinco encontros em duas semanas. Com o seguinte detalhe – ela não conhece nenhum dos possíveis futuros namorados. É claro que eles não são perfeitos. Ela até mesmo espera que pelo menos um deles sejam bobões.

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Crônica de Uma NamoradaTítulo: Crônica de Uma Namorada
Autor: Zelia Gattai
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 272
Sinopse: O romance de Zélia Gattai acompanha as dores e descobertas da menina Geane, que precisa a enfrentar a morte da mãe e conviver com uma madrasta ao mesmo tempo que experimenta transformações físicas e o despertar da sexualidade. São temas simples que, nas mãos de Zélia, se transformam num relato de formação minucioso. Sem moldes e sem fórmulas, a menina se faz a cada pequeno golpe que a realidade lhe aplica. As paixões súbitas que atordoam suas relações com os meninos; a força das palavras, que pode estar nas linhas precárias de um telegrama; as lembranças infantis das férias, do Natal, das conversas com os mais velhos, que ajudam a temperar a agitação das mudanças.
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A Namorada Nº 44 de Harry ChessTítulo: A Namorada Nº 44 de Harry Chess
Autor: Mark Barrowcliffe
Editora: Record
Páginas: 480
Sinopse: Desde os dez anos de idade Harry tinha uma única ambição – encontrar a garota certa. Vinte anos e 43 mulheres mais tarde, ele não se aproximou nem um pouco desse objetivo aparentemente simples. Afinal, está pedindo pouco; apenas uma mulher linda e inteligente que não se preocupe com suas constantes puladas de cerca. Ao contrário de Harry, seu amigo Gerrard, com quem divide um apartamento, já encontrou o amor verdadeiro. Infelizmente só percebeu isso no dia em que foi abandonado por ela. Exigente, conheceu apenas duas mulheres que se encaixavam em seus moldes, e tem poucas esperanças de achar uma terceira. Se por acaso encontrá-la, não tem certeza de que ela conseguirá permanecer jovem para sempre.
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